Flávio compara preços entre governos Bolsonaro e Lula: poder de compra acabou.
Pré-candidato fez críticas aos preços no governo Lula e comprou itens como cortes de carne para churrasco, detergente Ypê e Nutella
O pré-candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL-RJ), publicou um vídeo neste domingo (19/7) em que critica os preços de supermercado em 2026. Segundo o senador, ele gastou R$ 908,40 e disse que “o poder de compra do brasileiro acabou”.
Flávio comparou preços que encontrou em um supermercado na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, durante o atual governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), a preços supostamente praticados em 2019, quando o presidente era Jair Bolsonaro (PL).
Críticas ao custo de vida nos últimos anos têm sido um dos principais discursos da pré-campanha e da oposição como um todo. Flávio também criticou a carga tributária incidente na compra deste domingo que, segundo a nota, seria de R$ 217,20.
“Botei aqui no carrinho algumas coisas que, certamente, todo brasileiro, precisa ter em casa. Pode variar uma marca ou outra, mas queria mostrar que não tem nem meio carrinho aqui. É uma compra que não vai durar muito para uma família de 3 a 4 pessoas (…) ficou muito salgada a conta: mais de R$ 900. Só de impostos, que a lei fala que tem que mostrar separado, foram R$ 217,20. Realmente o poder de compra do brasileiro acabou”, disse.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles
Frequência de envio: Diário
Ver todasCompra variada
Os itens que compõem a compra do filho 01 de Jair Bolsonaro vão de detergente a cortes de carne.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesO item mais barato foi a compra de sacolas plásticas (R$ 1,04) e o mais caro foi uma peça de picanha (R$ 97,51). Flávio também comprou outros cortes de carne usados para churrasco, como coração de alcatra (R$ 54,78) e contrafilé (90,45).
O pré-candidato à Presidência também comprou um par de sandálias da Ipanema por R$ 21,98, além de 700g de Nutella, pelo valor de R$ 58,60, e detergente Ypê (R$ 2,39).



