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Brasil

Filha de Clezão, morto na Papuda, quer ver Bolsonaro na domiciliar

Para a defesa de Luiza Cunha, filha de Clezão, o pedido para visitar o ex-presidente Jair Bolsonaro é um encontro de "caráter consulatório"

05/08/2026 14:54, atualizado 05/08/2026 14:55
Reprodução/Redes Sociais
Filha de Clezão, morto na Papuda, quer ver Bolsonaro na domiciliar

Luiza Cunha, filha de Cleriston Pereira da Cunha, o Clezão, solicitou nesta quarta-feira (5/8) autorização do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para fazer uma “visita humanitária” ao ex-presidente Jair Bolsonaro na prisão.

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Bolsonaro está preso após ser condenado por tentativa de golpe pelo STF. Em março, Moraes autorizou que o ex-mandatário fosse transferido para prisão domiciliar humanitária. O ex-mandatário cumpre pena de 27 anos.

Em petição enviada ao STF, a defesa de Luiza alega que a morte do pai deixou marcas profundas na jovem, “resultando em um processo de luto complexo e de difícil assimilação emocional”.

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"Patriota", Cleriston sofreu um infarto fulminante na Papuda
Luiza Cunha (à direita) e sua mãe, ex-mulher de Clezão
Clezão e a filha
Luíza Cunha, filha do homem que participou do 8 de Janeiro e morreu na Papuda
Luíza Cunha, filha do homem que participou do 8 de Janeiro e morreu na Papuda
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"Patriota", Cleriston sofreu um infarto fulminante na Papuda
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"Patriota", Cleriston sofreu um infarto fulminante na Papuda

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Luiza Cunha (à direita) e sua mãe, ex-mulher de Clezão
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Luiza Cunha (à direita) e sua mãe, ex-mulher de Clezão

Clezão e a filha
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Clezão e a filha

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Luíza Cunha, filha do homem que participou do 8 de Janeiro e morreu na Papuda
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Luíza Cunha, filha do homem que participou do 8 de Janeiro e morreu na Papuda

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Luíza Cunha, filha do homem que participou do 8 de Janeiro e morreu na Papuda
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Luíza Cunha, filha do homem que participou do 8 de Janeiro e morreu na Papuda

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“Considerando que o Sr. Jair Messias Bolsonaro encontra-se cumprindo pena no momento por meio de prisão domiciliar, com regras estipuladas por essa Corte Supremo, sujeitando-se ao regime formal de visitação e fiscalização, a Requerente comparece perante Vossa Excelência para pleitear autorização judicial extraordinária para a realização de um único encontro presencial de caráter estritamente consolatório”, diz trecho do pedido.

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Morte na Papuda

Clezão morreu aos 46 anos, em novembro de 2023, durante o banho de sol no Centro de Detenção Provisória (CDP) II, no Complexo Penitenciário da Papuda.

Conhecido como “Clezão do Ramalho”, ele era comerciante e estava preso preventivamente por envolvimento nos atos de 8 de janeiro de 2023.

Segundo familiares, Clezão desenvolveu uma série de problemas de saúde após contrair Covid-19. Ele apresentava vasculite — inflamação dos vasos sanguíneos que pode atingir diferentes órgãos — e chegou a ficar internado por 33 dias em 2022 em razão de complicações da doença.