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Brasil

FAB e Ibama destroem avião usado por garimpeiros em terra Yanomami

Os tripulantes do avião fugiram antes da chegada dos agentes da FAB e do Ibama. As terras Yanomamis sofrem com a presença do garimpo ilegal

Mariana Andrade19/04/2023 13:22, atualizado 19/04/2023 14:09
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Divulgação/FAB
Avião é destruído pela FAB e Ibama

Mais um avião irregular usado por garimpeiros foi destruído em operação da Força Aérea Brasileira (FAB) e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), na última sexta-feira (14/4), em terra indígena Yanomami, em Roraima.

A aeronave foi queimada após a desativação dos corredores aéreos ilegais, deflagrada a partir de ações de Inteligência, Vigilância e Reconhecimento (IVR) da FAB. De acordo com as autoridades, os tripulantes do avião fugiram antes da chegada dos agentes.

FAB e Ibama destroem avião usado por garimpeiros em terra Yanomami - destaque galeria
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Interior do avião irregular destruído pela FAB e pelo Ibama
Avião usado por garimpeiros é destruído em operação conjunta da FAB e Ibama
Operação da FAB e do Ibama flagra avião usado por garimpeiros
Caça da FAB identifica avião irregular sobrevoando região de TI Yanomami
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Caça da FAB identifica avião irregular sobrevoando região de TI Yanomami

Divulgação/FAB
Interior do avião irregular destruído pela FAB e pelo Ibama
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Interior do avião irregular destruído pela FAB e pelo Ibama

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Avião usado por garimpeiros é destruído em operação conjunta da FAB e Ibama
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Avião usado por garimpeiros é destruído em operação conjunta da FAB e Ibama

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Operação da FAB e do Ibama flagra avião usado por garimpeiros
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Operação da FAB e do Ibama flagra avião usado por garimpeiros

Divulgação/FAB

Segundo comunicado, o avião E-99 da FAB identificou um voo irregular na região. Durante a identificação, um caça A-29 Super Tucano confirmou a infração e flagrou a aeronave pousando em uma área de garimpo. Depois, ela decolou e deslocou-se para outra região de pouso clandestino.

Durante toda a ação, um helicóptero H-36 Caracal da FAB também estava preparado para transportar os agentes do Ibama até o local do último pouso, em uma pista não homologada na terra indígena.

O prazo da liberação dos corredores aéreos para saída voluntária de garimpeiros da terra Yanomami em voos privados terminou em 6 de abril. Os voos custavam até R$ 20 mil ou eram pagos em ouro. Desde então, o controle do espaço aéreo nacional foi retomado pela FAB.

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