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Brasil

Ex-candidata e dinheiro na mala: quem é Valéria Linhares, esposa de Cezinha

Valéria Linhares tentou ser deputada distrital em 2018 pelo DF e teve R$ 510 mil apreendidos no aeroporto de Congonhas há três semanas

14/09/2026 09:53
Reprodução/Redes sociais
Valéria é advogada e empresária

Os alvos da Operação Transparência, deflagrada pela Polícia Federal (PF) nesta segunda-feira (14/9) para investigar suspeitas de irregularidades na destinação de emendas parlamentares, são o deputado federal Cezinha de Madureira (PL-SP) e sua esposa, a advogada Valéria Rodrigues Linhares.

Valéria é advogada e empresária. Ela foi candidata a deputada distrital pelo Distrito Federal em 2018, filiada ao PSD, quando obteve 1.904 votos e não foi eleita.

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Há cerca de três semanas, em 26 de agosto, Valéria foi detida no aeroporto de Congonhas (SP) com R$ 510 mil em dinheiro. Na ocasião, ela foi encaminhada à Superintendência da PF em São Paulo, alegou que tinha comprovação de que o dinheiro era lícito, mas como não conseguiu comprovar imediatamente, teve os valores apreendidos.

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Valéria teve mais de meio milhão de reais em dinheiro vivo apreendidos no aeroporto de Congonhas, em 26 de agosto
Valéria Linhares foi candidata a deputada distrital pelo PSD durante as Eleições 2018
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Valéria Linhares foi candidata a deputada distrital pelo PSD durante as Eleições 2018

Reprodução/Redes sociais
Valéria teve mais de meio milhão de reais em dinheiro vivo apreendidos no aeroporto de Congonhas, em 26 de agosto
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Valéria teve mais de meio milhão de reais em dinheiro vivo apreendidos no aeroporto de Congonhas, em 26 de agosto

Reprodução/PF

Valéria e Cezinha de Madureira são investigados por possíveis práticas dos crimes de exploração de prestígio, tráfico de influência, corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

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As investigações da PF apontam que integrantes do grupo investigado teriam negociado com terceiros o pagamento de valores expressivos pelo resultado de decisões judiciais.

Policiais federais cumprem quatro mandados de busca e apreensão, expedidos pelo Supremo Tribunal Federal, no Distrito Federal e em São Paulo. A decisão que autorizou a operação é do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF).