Mulher que teve mala apreendida com R$ 510 mil tentou ser deputada no DF
Concorrendo a deputada distrital pelo PSD, Valéria teve 1.904 votos em 2018 e não foi eleita durante as Eleições de 2018

A advogada e empresária Valéria Rodrigues Linhares, que teve a mala apreendida nessa terça-feira (25/8) pela Polícia Federal (PF) no Aeroporto de Congonhas, em São Paulo (SP) concorreu ao cargo de deputada distrital pelo Distrito Federal em 2018.
Concorrendo a um cargo na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) pelo PSD, Valéria teve 1.904 votos em 2018 e não foi eleita.

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Ver todasValéria é dona de sete empresas no Distrito Federal e Entorno, entre elas um hotel e uma agência de viagens. Ela tem ainda outras três empresas no Rio de Janeiro e uma em São Paulo.
Apreensão em aeroporto
Segundo a PF, Valéria tentava embarcar em um voo por volta das 15h, quando inspetores de raio-x do aeroporto constataram a bagagem cheia de dinheiro. A mulher foi encaminhada ao plantão da Superintendência Regional da Polícia Federal em São Paulo para prestar esclarecimentos.
Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles DFValéria declarou ter comprovação de que o dinheiro em espécie foi obtido de forma lícita na sua declaração de imposto de renda. No entanto, como não houve a comprovação imediata, a PF apreendeu os valores.
Procurado pela reportagem, o advogado de Valéria afirmou que será requerida a devolução de todos os valores ainda nesta quarta-feira (26/8).
“Esclareça-se que a advogada V.L. tem a origem lícita e comprovação dos valores recebidos de cliente e, por esta razão, nesta data será requerida a devolução de todos os valores. Acresça-se que os valores foram recebidos por atividade jurídica típica de advocacia, respaldada em Lei”, explicou em nota.









