Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Embalagem de pasta de carne teria causado polêmica sobre papelão

A chamada Carne Mecanicamente Separada (CMS) sai de uma máquina e é acondicionada em sacos, que, por sua vez, vão para bandejas de plástico

22/03/2017 09:16
Reprodução
Embalagem de pasta de carne teria causado polêmica sobre papelão

Na unidade industrial da Seara, do grupo JBS, em Lapa (PR), cidade a 70 km de Curitiba, há uma seção na qual os frangos são desossados a mão. Depois, as carcaças são colocadas em uma máquina que separa os ossos e cartilagens dos pequenos pedaços de carne que continuam presos. Esses pedacinhos formam uma pasta que depois é usada na fabricação de embutidos. Foi num equipamento como esse, em outro frigorífico, que a Polícia Federal acreditou ter havido mistura de papelão ao alimento, durante a Operação Carne Fraca.

A pasta de carne, chamada Carne Mecanicamente Separada (CMS), sai da máquina e é acondicionada em sacos, que por sua vez vão para bandejas de plástico. Posteriormente, em outra seção, essas bandejas de plástico são substituídas por caixas de papelão.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters
A conversa flagrada pela PF, na interpretação do ministro da Agricultura, Blairo Maggi, trata de uma discussão sobre colocar as caixas de papelão na área da máquina, e não dentro da máquina Hoje, isso não é permitido porque os rígidos controles sanitários que são aplicados à área em que os frangos são cortados e desossados não permitem a entrada desse material.

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles