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Eleições 2022

Veja como fica a nova composição do Senado Federal para 2023

No primeiro turno das eleições, nesse domingo (2/10), novos 27 integrantes foram eleitos para a Casa e assumem a partir do próximo ano

Sandy Mendes03/10/2022 12:52, atualizado 03/10/2022 16:40
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Jefferson Rudy/Agência Senado
imagem colorida do plenário do Senado - Metrópoles

Ao todo, 81 parlamentares compõem o Senado federal. A cada quatro anos, a Casa passa por uma composição, alternada, de um terço (27) ou dois terços (54) dos parlamentares. Neste ano, 27 políticos foram eleitos senadores e passam a atuar a partir de 2023. Confira como ficaram as bancadas.

O partido do atual presidente e candidato à reeleição, Jair Bolsonaro (PL), terá a maior bancada do Senado, com 13 senadores. Destes, oito se elegeram nestas eleições: Magno Malta (ES), Wilder Morais (GO), Rogério Marinho (RN), Jaime Bagattoli (RO), Jorge Seif (SC) e Marcos Pontes (SP). Os demais, Wellington Fagundes (MT) e Romário (RJ), são fruto de reeleição.

O União Brasil, fusão do Democratas e do Partido Social Liberal (PSL), conseguiu emplacar cinco cadeiras no Senado e indica ser o segundo maior grupo da Casa. Com isso, terá uma bancada de 12 senadores no próximo ano.

Os partidos PSD e MDB somam dez senadores cada. Esta será a primeira vez que a bancada emedebista não é a maior do Senado desde a redemocratização. Neste domingo, o partido conseguiu eleger apenas um candidato: Renan Filho, em Alagoas.

O PT, do ex-presidente e também candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT), terá nove senadores. Quatro destes vieram das eleições deste ano: Camilo Santana (CE), Beto Faro (PA), Teresa Leitão (PE) e Wellington Dias (PI).

Veja:

Bancada de 2019:

 Confira os eleitos no pleito deste ano em todos os estados e no Distrito Federal:

  • Acre (AC) – Alan Rick (União Brasil);
  • Alagoas (AL) – Renan Filho (MDB);
  • Amapá (AP) – Davi Alcolumbre (União);
  • Amazonas (AM) – Omar Aziz (PSD);
  • Bahia (BA) – Otto Alencar (PSD);
  • Ceará (CE) – Camilo Santana (PT);
  • Distrito Federal (DF) – Damares Alves (Republicanos);
  • Espírito Santo (ES) – Magno Malta (PL);
  • Goiás (GO) –  Walder Morais (PL);
  • Maranhão (MA) – Flávio Dino (PSB);
  • Mato Grosso (MT) – Tereza Cristina (PP);
  • Mato Grosso do Sul (MS) – Wellington Fagundes (PL);
  • Minas Gerais (MG) – Cleitinho (PSC);
  • Pará (PA) – Mario Couto (PL)/ Beto Faro (PT);
  • Paraíba (PB) – Efraim Filho (União Brasil);
  • Paraná (PR) – Sergio Moro (União brasil);
  • Pernambuco (PE) – Teresa Leitão (PT);
  • Piauí (PI) – Wellington Dias (PT);
  • Rio de Janeiro (RJ) – Romário (PL);
  • Rio Grande do Norte (RN) – Carlos Eduardo (PDT);
  • Rio Grande do Sul (RS) – Hamilton Mourão (REP);
  • Rondônia (RO) – Jaime Bagattoli (PL);
  • Roraima (RR) – Dr. Hiran (PP);
  • Santa Catarina (SC) – Jorge Seif (PL);
  • São Paulo (SP) – Marcos Pontes (PL);
  • Sergipe (SE) – Laécio Oliveira (PP);
  • Tocantins (TO) – Professora Dorinha (União Brasil).