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PL, de Bolsonaro, terá a maior bancada do Senado em 2023

Com o resultado das eleições deste ano, a legenda emplacou oito senadores na Casa

atualizado

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Igo Estrela/Metrópoles
Tempo com chuva e nuvens escuras no Congresso Nacional em brasília DF
1 de 1 Tempo com chuva e nuvens escuras no Congresso Nacional em brasília DF - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O Partido Liberal, PL, sigla do presidente Jair Bolsonaro, terá a maior bancada do Senado Federal em 2023. Com o resultado das eleições deste domingo (2/10), a legenda emplacou oito senadores na Casa. Dessa forma, terá 14 cadeiras das 81. Antes, o partido contava com seis senadores.

Entre os novos eleitos, estão: Magno Malta (ES), Wilder Morais (GO), Rogério Marinho (RN), Jaime Bagattoli (RO), Jorge Seif (SC), Marcos Pontes (SP). Os demais, Wellington Fagundes (MT) e Romário (RJ), são fruto de reeleição.

Veja o número por partidos:

Em 2018, as bancadas do MDB, Rede e PP foram as que mais elegeram senadores. Neste ano, o MDB emplacou apenas um nome, enquanto a Rede e o PP não conseguiram alçar parlamentares para a Casa Alta.

Esta é a primeira vez que bancada emedebista não é a maior do Senado desde a redemocratização.

Neste domingo (2/10), o PL conseguiu eleger oito senadores. Destes, dois para um segundo mandato. O segundo partido que conquistou mais vagas no Senado de 2023 foi o União Brasil: cinco. Logo atrás, em terceiro lugar, o PT, do ex-presidente Lula, fez quatro senadores.

Enquanto os partidos PMN, PSOL e PCdoB, que, em 2010, tinham colocado um parlamentar cada na Casa, não conseguiram emplacar nenhuma cadeira em 2018 nem em 2022.

A votação para o Senado acontece a cada quatro anos, junto às eleições presidenciais. Diferentemente da Câmara dos deputados, a recomposição da Casa se dá alternando entre a renovação de um terço e dois terços de seus membros. Por isso, ao contrário de 2018, quando o eleitor votou duas vezes para senador, neste ano apenas um candidato foi escolhido, pois se trata da renovação de um terço.

Eleições 2014

Na disputa de 2014, o MDB – que na época atendia pelo nome de PMDB – e o PT foram os partidos que lideraram as bancadas no Senado, mesmo encolhendo na disputa. Na ocasião, os senadores emedebistas somavam 18, enquanto o PT totalizava 12 partidários após o pleito.

Em terceiro lugar, aparecia o PSDB, com 10 senadores. Os tucanos mantiveram a posição em relação aos outros partidos antes da votação.

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