Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Eleições 2022

TSE manda Eduardo e Flavio Bolsonaro apagarem post sobre Lula

Apoiadores e filhos do presidente disseminam fake news de que o petista apoia invasões de igrejas e perseguição a cristãos

04/10/2022 16:34, atualizado 04/10/2022 17:42
Compartilhar notícia
Reprodução
Jair Bolsonaro e os filhos Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro e Eduardo Bolsonaro

O ministro do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Paulo de Tarso Sanseverino determinou a remoção, em 24 horas, de publicações feitas por Flávio e Eduardo Bolsonaro, além dos responsáveis por outros 24 perfis no Twitter e no Facebook, com a fake news de que o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) apoia invasões de igrejas e perseguição a cristãos.

“As publicações contêm informação manifestamente inverídica e foram divulgadas no período crítico do processo eleitoral, em perfil com alto número de seguidores, de forma a gerar elevado número de visualizações, o que possibilita, em tese, a ocorrência de repercussão negativa de difícil reparação na imagem do partido político e do candidato atingidos pela desinformação”, diz a decisão.

O ministro ainda definiu pena de multa diária de R$ 10 mil, caso as publicações não sejam excluídas.

TSE manda Eduardo e Flavio Bolsonaro apagarem post sobre Lula - destaque galeria
4 imagens
TSE manda Eduardo e Flavio Bolsonaro apagarem post sobre Lula - imagem 2
TSE manda Eduardo e Flavio Bolsonaro apagarem post sobre Lula - imagem 3
Candidato à reeleição vai ao segundo turno com o ex-presidente Lula
Lula em evento de campanha
1 de 4

Lula em evento de campanha

Reprodução
TSE manda Eduardo e Flavio Bolsonaro apagarem post sobre Lula - imagem 2
2 de 4

Ricardo Stuckert/Divulgação
TSE manda Eduardo e Flavio Bolsonaro apagarem post sobre Lula - imagem 3
3 de 4

CNN/Reprodução
Candidato à reeleição vai ao segundo turno com o ex-presidente Lula
4 de 4

Candidato à reeleição vai ao segundo turno com o ex-presidente Lula

Igo Estrela/Metrópoles

As publicações desobedecem decisão anterior do próprio TSE, que já determinou a remoção de conteúdos inverídicos sobre Lula apoiar a invasão de igrejas.

“Observo que as publicações impugnadas transmitem, de fato, informação evidentemente inverídica e prejudicial à honra e à imagem de candidato ao cargo de presidente da República nas Eleições 2022”, afirmou o ministro na decisão.