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Eleições 2022

Bolsonaro ataca Lula: "Alguém acredita que vai ganhar a eleição?"

Recentes pesquisas eleitorais mostram atual presidente da República em segunda lugar, enquanto petista lidera as intenções de voto

08/09/2022 19:47
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Reprodução
Bolsonaro ataca Lula: “Alguém acredita que vai ganhar a eleição?”

O presidente Jair Bolsonaro (PL) voltou a criticar, nesta quinta-feira (8/9), o seu principal adversário político nas eleições deste ano, o candidato Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e, durante sua tradicional live semanal, duvidou que o petista tenha potencial para vencer o pleito de outubro no primeiro turno.

“Alguém acha que o Lula vai ganhar a eleição? Alguns aqui, Datafolha, por exemplo, [dizem] que pode ganhar no primeiro turno. Alguém acredita que, em uma eleição limpa, o Lula ganha?”, questionou.

De acordo com levantamento do Instituto Ipec divulgado na segunda (5/9), Lula mantém 44% das intenções de voto, enquanto Bolsonaro oscilou de 32% para 31%. Já a pesquisa mais recente do Instituto Datafolha, publicada na última semana, aponta que o petista passou de 47% para 45% em relação ao estudo realizado em agosto; Bolsonaro, por sua vez, manteve-se com 32% das intenções de voto.

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Ciro Gomes (PDT) – Após idas e vindas, Ciro Gomes foi registrado como candidato à Presidência da República pelo Partido Democrático Trabalhista
Felipe d'Ávila (Novo) – O partido Novo lançou o cientista político Felipe d'Ávila como candidato da legenda à Presidência da República
Jair Bolsonaro (PL) – A filiação de Bolsonaro ao Partido Liberal colocou o atual presidente na corrida pela reeleição presidencial
Eymael (DC) – Eymael já era apresentado desde 2020 como pré-candidato do Democracia Cristã (DC) à Presidência
Leonardo Péricles (UP) – Presidente oficial da sigla, Péricles é candidato e vai concorrer ao cargo de presidente do Brasil em 2022
Com cenário já definido, são 11 candidatos ao Palácio do Planalto.  O primeiro turno das eleições acontece no dia 2 de outubro
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Com cenário já definido, são 11 candidatos ao Palácio do Planalto. O primeiro turno das eleições acontece no dia 2 de outubro

Ciro Gomes (PDT) – Após idas e vindas, Ciro Gomes foi registrado como candidato à Presidência da República pelo Partido Democrático Trabalhista
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Felipe d'Ávila (Novo) – O partido Novo lançou o cientista político Felipe d'Ávila como candidato da legenda à Presidência da República
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Felipe d'Ávila (Novo) – O partido Novo lançou o cientista político Felipe d'Ávila como candidato da legenda à Presidência da República

Jair Bolsonaro (PL) – A filiação de Bolsonaro ao Partido Liberal colocou o atual presidente na corrida pela reeleição presidencial
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Eymael (DC) – Eymael já era apresentado desde 2020 como pré-candidato do Democracia Cristã (DC) à Presidência
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Leonardo Péricles (UP) – Presidente oficial da sigla, Péricles é candidato e vai concorrer ao cargo de presidente do Brasil em 2022
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Luiz Inácio Lula da Sila (PT) – O ex-presidente é oficialmente candidato ao Planalto e o principal adversário do atual presidente
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Simone Tebet foi candidata à Presidência pelo MDB e agora está cotada para o Ministério do Planejamento
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Divulgação
Sofia Manzano (PCB)  – O nome da professora foi confirmado oficialmente pelo Partido Comunista Brasileiro (PCB) para concorrer à Presidência
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Vera (PSTU) – O Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) escolheu a socióloga como candidata da legenda à Presidência da República
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Pablo Marçal
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Pablo Marçal

Igo Estrela/Metrópoles
Soraya Thronicke (União) – É advogada, senadora e candidata a presidente pelo União Brasil
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Soraya Thronicke (União) – É advogada, senadora e candidata a presidente pelo União Brasil

As principais pesquisas eleitorais mostram que Bolsonaro segue, nas palavras dos próprios integrantes da campanha do presidente, “cristalizado” – ou seja, não varia além da margem de erro das pesquisas. Na tentativa de reverter o cenário na reta final para o primeiro turno, aliados usaram o feriado do 7 de Setembro para mostrar que o mandatário conta o apoio de vários segmentos, a exemplo dos setores empresarial e religioso.

Empresários, em especial do agronegócio, e líderes religiosos marcaram presença significativa no desfile realizado na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. O mesmo ocorreu no Rio de Janeiro, onde Bolsonaro participou de uma manifestação na praia de Copacabana.

Ao discursar nos atos, o titular do Palácio do Planalto voltou a falar de uma suposta “luta do bem contra o mal”. Aconselhado pela campanha, o mandatário da República não teceu críticas às urnas eletrônicas nem ao Supremo Tribunal Federal (STF), embora tenha citado a Corte. Sem citar Lula, Bolsonaro ainda defendeu que o petista fosse “extirpado da vida pública”.