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Eleições 2020

"Tem espaço para todo mundo contra Bolsonaro e tucanos", declara Boulos

Candidato fez caminhada no Largo São Bento, em SP, com apoio do PT e PCdoB. E já firmou novas alianças contra Covas, apoiado por Russomanno

Bruno Cirillo18/11/2020 16:45, atualizado 18/11/2020 16:59
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Rafaela Felicciano/Metrópoles
Guilherme Boulos faz caminhada no Centro ao lado de Orlando Silva e Gilmar Tatto

São Paulo — O candidato do PSol à Prefeitura de São Paulo, Guilherme Boulos, fez a primeira caminhada com seus novos aliados, Jilmar Tatto (PT) e Orlando Silva (PCdoB), nesta manhã de quarta-feira (18). O evento atrasou por causa da chuva e, no início da tarde, o partido recebeu o apoio do PDT e coligados, de Ciro Gomes e Márcio França (PSB).

“Tem espaço para todo mundo que quer uma cidade que seja uma referência democrática contra o atraso do bolsonarismo e que seja uma referência de justiça social contra o elitismo dos tucanos”, declarou Boulos.

Veja imagens da caminhada:

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Campanha de Boulos
Campanha de Guilherme Boulos
Guilherme Boulos
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Guilherme Boulos (PSol)
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Campanha de Boulos

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Guilherme Boulos
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Guilherme Boulos

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“Tem espaço para todo mundo contra Bolsonaro e tucanos”, declara Boulos - imagem 5
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Guilherme Boulos (PSol)
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Guilherme Boulos (PSol)

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Guilherme Boulos faz caminhada no Centro ao lado de Orlando Silva e Gilmar Tatto
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Guilherme Boulos faz caminhada no Centro ao lado de Orlando Silva e Gilmar Tatto

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O candidato criticou o apoio do adversário do Republicanos derrotado no primeiro turno, Celso Russomanno, ao atual prefeito e rival na segunda fase das Eleições, Bruno Covas (PSDB).

“É o ‘Bolsodoria’ versão 2020. Essa aliança, que estava um pouco separada por razões eleitorais, por projetos pessoais, se refez. O Russomanno é Bolsonaro, e o Bruno Covas é João Doria. Deixaram isso muito claro no primeiro turno. Eu sempre disse isso desde o início da campanha, que nós vamos enfrentar o ‘Bolsodoria’ em São Paulo — agora está mais claro do que nunca”, afirmou Boulos.

Veja vídeo:

Ofensa

O psolista comentou a ofensa dirigida contra ele, no início da semana, pelo ex-deputado federal Ricardo Trípoli (PSDB). O tucano disse, em campanha no Sindicato dos Aposentados, que Boulos “mata a mãe para ir ao baile de órfãos para poder entrar”. Covas mandou uma mensagem para o rival desculpando-se pela frase do colega de partido.

“É a raiva da campanha do Bruno Covas. O discurso que ele deu, me atacado com ofensas e insinuações, ele estava de salto alto, achou que a eleição estava ganha. Quando ele viu a gente com mais de um milhão de votos e que ele passou muito longe de ganhar no primeiro turno, bateu um certo desespero nele”, disse Boulos.

Com apoio do PT, PCdoB e da coligação do PDT, que envolve o PSB, Boulos está confiante numa vitória no segundo turno. Seu tempo de propaganda eleitoral na TV sobe de 17 segundos para 10 minutos. E o número de inserções cresce de duas para 25, enquanto o de Covas cai de 29 para 25, igualando-se.

“Nós vamos ter a oportunidade de falar para a cidade de São Paulo, apresentar nossa chapa, apresentar minhas propostas ao lado da Luiza Erundina, o quanto a nossa chapa alia sensibilidade social com experiência administrativa,” disse o candidato. “Vou ter a oportunidade na televisão de mostrar que o projeto de mudança de São Paulo é a gente”, acrescentou.