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Economia

“Que seja um adiamento curto”, diz Alckmin sobre acordo Mercosul–UE

O ministro do Desenvolvimento, Comércio e Indústria, Geraldo Alckmin, destacou que o acordo é importante para o Mercosul e para o mundo

19/12/2025 17:35, atualizado 19/12/2025 18:15
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio, Geraldo Alckmin

O ministro do Desenvolvimento, Comércio e Indústria, Geraldo Alckmin, afirmou, nesta sexta-feira (19/12), que espera que o adiamento da assinatura do acordo entre União Europeia e Mercosul seja “curto”.

“[Sobre] O acordo Mercosul-União Europeia, esperamos que seja um adiamento curto, porque é um acordo importante para o Mercosul. Esperamos que o mais rápido o possível seja assinado o acordo”, disse durante uma coletiva de imprensa.

Ele disse também que, mesmo com o tarifaço imposto pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, o Brasil está finalizando o ano com recorde de exportação.

No entanto, ele ressaltou a necessidade de avançar nas conversas para isentar as tarifas restantes, já que os produtos afetados são, em sua maioria, voltados para atividades industriais, que são personalizadas e difíceis de colocar em outros mercados.

Questionado sobre as tarifas mexicanas, Alckmin afirmou que o país possui dois acordos com o Brasil que não serão atingidos pelas novas taxas. “Todo acordo automotivo está fora”, disse.

Segundo o ministro, em virtude dos acordos, o impacto será de US$ 600 milhões, diferente do projetado anteriormente, que seria de mais de US$ 1 bilhão.

Ele avaliou que o governo está otimista para que até julho os países avancem em um acordo para aumentar as linhas tarifárias de preferência. “O mesmo vale para a Índia. Já Canadá e Emirados Árabes, está sendo discutido avançar mais para livre comércio”, afirmou.

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