Movimento lança manifesto para destravar a economia e garantir renda básica
Grupo elaborou um projeto de lei que será encaminhado ao Congresso Nacional. A ideia é uma recursos das reformas para bancar programa social
atualizado
Compartilhar notícia
Um grupo de ex-executivos brasileiros, com atuação em diversos segmentos da economia, declarou apoio ao manifesto Convergência Brasil. O movimento busca unir representantes da sociedade civil com o propósito de superar as resistências encontradas pelas pautas econômicas e sociais do país.
Eles elaboraram um projeto de lei que contempla os objetivos do movimento e será encaminhado ao Congresso Nacional.
O movimento propõe duas frentes de ação para serem trabalhadas – a Reforma Administrativa e a aceleração dos programas de desestatização – como forma de financiar também o Programa Renda Mínima.
“Sem esse reforço, não tem dinheiro“, diz o fundador do Manifesto, o ex-executivo paulista Elvaristo do Amaral, que já ocupou postos de liderança em grandes instituições no Brasil, como Credicard, Citi e Santander. “Todos estão procurando, uma maneira de financiar de forma sustentável a ajuda aos mais pobres”, complementa.
Projeto
Segundo o movimento, no texto deste projeto de lei, 30% dos valores obtidos com a venda das estatais e com os ganhos de redução de despesas oriundos da reforma administrativa seriam direcionados ao Programa de Renda Básica, que seria administrado por um Fundo Gestor, a ser formado com representantes da sociedade civil e entidades governamentais.
“Acreditamos que pelo lado social o esforço para a criação de um Programa de Renda Mínima, já em debate com o Programa Renda Brasil pode e deve ser articulado com o Programa de Privatizações e de reformas, principalmente a Reforma Administrativa que tornem o Estado brasileiro mais eficiente. A convergência dessas agendas merece a atenção e é fundamental a aprovação desses projetos, atrelados, pelo Congresso Nacional”, diz o manifesto.
“A nossa realidade econômica e as circunstâncias sociais em que vivemos demandam rapidez na implementação das reformas estruturais, bem como de Programas de suporte de caráter social, que há muito sabemos necessários”, acrescenta.










