Ipsos: confiança do consumidor brasileiro tem leve alta em setembro

O Brasil registrou 51,7 pontos em setembro, segundo a Ipsos. Isso significa que o consumidor brasileiro está mais otimista

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O nível de confiança do consumidor brasileiro registrou uma leve alta em setembro na comparação com agosto. É o que dizem os dados de pesquisa Ipsos divulgados nesta terça-feira (30/9).

O crescimento foi de 0,6 ponto, com 51,7 pontos registrados em setembro. Dessa forma, a Ipsos avalia que o movimento reforçou a tendência observada neste segundo semestre, de ficar próximo da linha de neutralidade (50 pontos).

*O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) varia de zero (pessimismo elevado) a 100 (otimismo máximo).

Para Marcos Calliari, CEO da Ipsos no Brasil, a leve melhora do mês reflete, em parte, “a percepção de um mercado de trabalho aquecido”, com uma taxa de desemprego na mínima histórica.

“Ainda assim, a cautela permanece, já que o avanço do mês não foi suficiente para alterar de forma significativa a percepção geral da população sobre a economia”, ressaltou Calliari.

Segundo ele, a leitura de setembro confirma que a confiança do consumidor “ainda se mantém em compasso de espera”. “No Brasil, o mercado de trabalho tem funcionado como um amortecedor, sustentando níveis relativamente estáveis de otimismo e impulsionando os subindicadores de investimentos e de situação atual”, completou.

Cenário internacional

A pesquisa mostra que o Brasil figurou em 10º no ranking dos 30 países avaliados pela Ipsos. A Índia seguiu liderando a lista, com 57 pontos. A média da confiança dos países ficou em 48 pontos, abaixo da linha de neutralidade. Por outro lado, Japão (37,3 pontos), Turquia (35,4 pontos) e Hungria (34,7 pontos) tiveram os piores resultados.

De acordo com Calliari, no âmbito global, “a fotografia mostra uma população que segue atenta aos riscos políticos e econômicos e que ainda espera sinais mais claros de retomada consistente”.

Entre os destaques negativos está a significativa queda registrada nos Estados Unidos, onde a confiança recuou 2,7 pontos no último mês, “refletindo as incertezas sobre a trajetória econômica e o ambiente político do país”.

Já a Argentina também apresentou uma leve retração, em linha com o cenário de tensão social e desaceleração econômica que acompanha as reformas do governo do presidente Javier Milei. O país fechou o mês com 43,9 pontos, entrando pela primeira vez neste ano na lista dos cinco países mais pessimistas avaliados no estudo.

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