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Economia

Governo quer reservar R$ 2,5 bi para reajuste de servidores em 2022

Guedes enviou ao Congresso pedido para que valor seja reservado no orçamento. Bolsonaro já disse que policiais estarão entre os contemplados

16/12/2021 18:28, atualizado 16/12/2021 21:29
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Igo Estrela/ Metrópoles
Paulo Guedes, ministro da econômia e o presidente jair bolsonaro durante lançamento do Programa Gigantes do Asfalto no palácio do Planalto

O ministro Paulo Guedes (Economia) cedeu à pressão do presidente Jair Bolsonaro (PL) e enviou um ofício ao Congresso pedindo que sejam reservados R$ 2,5 bilhões no Orçamento de 2022 para reajustes salariais em ano eleitoral.

O documento não descreve as categorias beneficiadas, mas Bolsonaro já frisou que as corporações policiais, que fazem parte da base aliada de seu governo, serão contempladas.

A declaração ocorreu nessa terça-feira (14/12), em evento no Palácio do Planalto sobre ações da Polícia Rodoviária Federal. “Não é bom falar antes das coisas acontecerem. Mas temos reunião com a equipe econômica. Para discutir uma coisa que interessa a todos vocês”, afirmou o presidente.

Governo quer reservar R$ 2,5 bi para reajuste de servidores em 2022 - destaque galeria
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Guedes em entrevista coletiva, após debandada na Economia, ao lado do presidente Jair Bolsonaro
A coletiva do presidente e do ministro aconteceu no Ministério da Economia
Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes
Ministro da Economia, Paulo Guedes, em pronunciamento ao lado do presidente Jair Bolsonaro
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Ministro da Economia, Paulo Guedes, em pronunciamento ao lado do presidente Jair Bolsonaro

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Guedes em entrevista coletiva, após debandada na Economia, ao lado do presidente Jair Bolsonaro
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Guedes em entrevista coletiva, após debandada na Economia, ao lado do presidente Jair Bolsonaro

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A coletiva do presidente e do ministro aconteceu no Ministério da Economia
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A coletiva do presidente e do ministro aconteceu no Ministério da Economia

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Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes
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Presidente Jair Bolsonaro e o ministro da Economia, Paulo Guedes

Igo Estrela/Metrópoles

No documento, Guedes defende a reserva e destaca a necessidade dos R$ 2,5 bilhões para despesas primárias, que fragilizam o teto de gastos, a regra que limita o avanço das despesas à inflação.

Outros R$ 355 milhões são despesas financeiras, que não estão embaixo do teto. A reserva deve pagar a contribuição da União para o regime previdenciário desses servidores.

Na segunda-feira (13/12), Guedes recebeu as autoridades pedindo o reajuste salarial. Na caravana, juntaram-se o ministro da Justiça, Anderson Torres, os diretores-gerais da Polícia Federal, Paulo Maiurino, da Polícia Rodoviária Federal, Silvinei Marques, e do Departamento Penitenciário, Tânia Fogaça.

Para pressionar ainda mais o chefe da pasta econômica, Torres publicou em seu Twitter, logo após a reunião, uma foto do grupo ao lado de Guedes, dizendo ter entregado a proposta de reestruturação das carreiras policiais.

“Entreguei hoje (13), para processamento do @MinEconomia o resultado de meses de intenso trabalho do @JusticaGovBR: reestruturação das carreiras da @policiafederal@PRFBrasil e do @depenmj! É o governo @jairbolsonaro buscando ainda mais valorização das forças de segurança”, escreveu.

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