Governo antecipa pagamento das parcelas do auxílio. Veja calendário

O novo cronograma foi publicado pelo Ministério da Cidadania no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (15/6)

atualizado 15/06/2021 7:55

Saque do auxílio emergencialMarcello Casal Jr/Agência Brasil

O governo federal antecipou o pagamento da terceira parcela do novo auxílio emergencial. O benefício para trabalhadores nascidos em janeiro que não fazem parte do Bolsa Família seria pago em 20 de junho, mas foi alterado para o dia 18.

O novo calendário foi publicado pelo Ministério da Cidadania no Diário Oficial da União (DOU) desta terça-feira (15/6).

Veja as datas:

calendário novo auxílio

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

O pagamento da segunda parcela do auxílio para esse público terminou em 30 de maio. Para quem faz parte do Bolsa Família, os créditos foram até 31 de maio.

Os pagamentos da terceira parcela do benefício começam em 17 de junho para o público do Bolsa Família.

Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo consultaauxilio.cidadania.gov.br.

Valores

O auxílio emergencial de 2021 é limitado a uma pessoa por família. Anteriormente, dois integrantes de um mesmo grupo familiar podiam se beneficiar, segundo legislação publicada pelo governo em abril.

Ministério da Cidadania prevê o pagamento de quatro parcelas mensais de R$ 250. Mulheres chefes de família monoparental, no entanto, terão direito a R$ 375 e indivíduos que moram sozinhos (ou seja, família unipessoal) receberão apenas R$ 150 mensais.

No ano passado, o governo pagou, em um primeiro momento, até cinco parcelas de R$ 1,2 mil a mães chefes de família e de R$ 600 ao restante dos beneficiários.

Esses valores foram reduzidos pela metade com o auxílio emergencial residual, que ajudou as famílias por mais quatro meses, até dezembro.

Prorrogação

O governo federal decidiu prorrogar o auxílio emergencial por mais três meses, de agosto a outubro. A informação foi confirmada ao colunista do Metrópoles Igor Gadelha pelo ministro da Economia, Paulo Guedes.

O martelo foi batido em reunião na semana passada no Palácio do Planalto entre ministros que acompanham o tema, entre eles, Guedes, Luiz Eduardo Ramos (Casa Civil) e Onyx Lorenzoni (Secretaria-Geral da Presidência).

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