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Economia

Gasolina bate novo recorde e chega a ser vendida por R$ 8,39 no país

Segundo a ANP, o preço médio do combustível no país ficou em R$ 7,267 por litro nesta semana. Recorde anterior era de R$ 6,90

18/03/2022 19:27, atualizado 18/03/2022 19:45
Vinícius Schmidt/Metrópoles
frentista no posto

O preço da gasolina bateu novo recorde histórico após o reajuste promovido pela Petrobras na semana passada. De acordo com a Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP), o preço médio da gasolina no país ficou em R$ 7,267 por litro nesta semana. O recorde anterior era R$ 6,90, em novembro de 2021.

Já o diesel custou nesta semana, em média, R$ 6,654 por litro, valor acima do recorde de R$ 5,49, que também era de novembro passado.

A pesquisa da ANP identificou gasolina com preço máximo de R$ 8,399 por litro no país, em Balsas, no Maranhão. O preço médio do local foi de R$ 8,006, do mesmo modo, acima da média nacional.

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Há quatro tributos que incidem sobre os combustíveis vendidos nos postos: três federais (Cide, PIS/Pasep e Cofins) e um estadual (ICMS)
No caso da gasolina, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a composição do preço nos postos se dá por uma porcentagem em cima de cada tributo
Além do lucro da Petrobras, o valor final depende das movimentações internacionais em relação ao custo do petróleo, e acaba sendo influenciado diretamente pela situação do real – se mais valorizado ou desvalorizado
A composição, então, se dá da seguinte forma: 27,9% – tributo estadual (ICMS); 11,6% – impostos federais (Cide, PIS/Pasep e Cofins); 32,9% – lucro da Petrobras; 15,9% – custo do etanol presente na mistura e 11,7% – distribuição e revenda do combustível
O preço da gasolina tem uma explicação! Alguns índices são responsáveis pelo valor do litro de gasolina, que é repassado ao consumidor na hora de abastecer
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O preço da gasolina tem uma explicação! Alguns índices são responsáveis pelo valor do litro de gasolina, que é repassado ao consumidor na hora de abastecer

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Há quatro tributos que incidem sobre os combustíveis vendidos nos postos: três federais (Cide, PIS/Pasep e Cofins) e um estadual (ICMS)
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Há quatro tributos que incidem sobre os combustíveis vendidos nos postos: três federais (Cide, PIS/Pasep e Cofins) e um estadual (ICMS)

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No caso da gasolina, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a composição do preço nos postos se dá por uma porcentagem em cima de cada tributo
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No caso da gasolina, de acordo com dados da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), a composição do preço nos postos se dá por uma porcentagem em cima de cada tributo

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Além do lucro da Petrobras, o valor final depende das movimentações internacionais em relação ao custo do petróleo, e acaba sendo influenciado diretamente pela situação do real – se mais valorizado ou desvalorizado
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Além do lucro da Petrobras, o valor final depende das movimentações internacionais em relação ao custo do petróleo, e acaba sendo influenciado diretamente pela situação do real – se mais valorizado ou desvalorizado

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A composição, então, se dá da seguinte forma: 27,9% – tributo estadual (ICMS); 11,6% – impostos federais (Cide, PIS/Pasep e Cofins); 32,9% – lucro da Petrobras; 15,9% – custo do etanol presente na mistura e 11,7% – distribuição e revenda do combustível
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A composição, então, se dá da seguinte forma: 27,9% – tributo estadual (ICMS); 11,6% – impostos federais (Cide, PIS/Pasep e Cofins); 32,9% – lucro da Petrobras; 15,9% – custo do etanol presente na mistura e 11,7% – distribuição e revenda do combustível

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A alíquota do ICMS, que é estadual, varia de local para local, mas, em média, representa 78% da carga tributária sobre álcool e diesel, e 66% sobre gasolina, segundo estudos da Fecombustíveis
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A alíquota do ICMS, que é estadual, varia de local para local, mas, em média, representa 78% da carga tributária sobre álcool e diesel, e 66% sobre gasolina, segundo estudos da Fecombustíveis

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O maior preço do diesel foi verificado em Ilhéus, na Bahia, onde o litro do combustível é encontrado por até R$ 7,980. Já o preço médio foi de R$ 7,480.

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Na última quinta-feira (10/3), a Petrobras aumentou o preço da gasolina vendida por suas refinarias em 18,8%; o diesel, em 24,9%; e o gás de cozinha, 16,1%. O reajuste passou a valer na sexta-feira (11/3) e jogou pressão sobre o presidente da estatal, Joaquim Silva e Luna.

O presidente Jair Bolsonaro (PL) e os presidentes do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), e da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), criticaram a Petrobras, cobraram sensibilidade e o recuo de preço dos combustíveis após o Congresso Nacional aprovar o Projeto de Lei Complementar (PLP) 11/20, que fixa a cobrança de ICMS dos combustíveis e zera PIS/Cofins para diesel, óleo e gás de cozinha.