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Doria: “Sem perspectiva de medida restritiva a qualquer setor em SP”

Governador descartou adotar restrições em comércio, serviços ou indústria. Estado tem 68% das UTIs ocupadas

atualizado

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Governador de São Paulo, João Doria, após reunião no STF sobre passaporte de vacina
1 de 1 Governador de São Paulo, João Doria, após reunião no STF sobre passaporte de vacina - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

São Paulo – O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), afirmou nesta quinta-feira (27/1) que não há “nenhuma perspectiva de medida restritiva a qualquer setor da economia” no estado, mesmo com o aumento do número de casos e de internações por Covid-19 desde o início do ano.

“Quero deixar bem claro aqui que não há nenhuma perspectiva de medidas restritivas ao comércio, ao setor de serviços, ou a indústria ou a qualquer outro setor. O que é importante é que as pessoas sigam se vacinando, e vacinem os adolescentes e as crianças. E usem máscaras e álcool em gel. Não há nenhuma perspectiva neste sentido”, frisou.

A declaração foi dada em Bauru, no interior, durante anúncio de novo chamamento público para contratar Organização Social de Saúde (OSS) para gerir o Hospital das Clínicas da cidade.

Hoje, o estado tem 68,7% de seus leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) ocupados por pacientes Covid.

Doria citou entendimento do Comitê Científico que assessora o governo nas decisões relacionadas à pandemia. Na última quarta (26/1), Paulo Menezes, coordenador do grupo, afirmou que este é um momento “muito distinto dos anteriores”, que, apesar da alta transmissibilidade da variante Ômicron, o pico “dura muito menos do que tivemos nas outras fases da pandemia”, e pontuou que, por ora, “não há necessidade de outras medidas”.

“Aqui no estado já foram tomadas diversas medidas não farmacológicas, como a redução de ocupação, todos os grandes eventos têm protocolos para requerer vacinação completa, o carnaval de rua foi postergado, então as medidas vêm sendo tomadas conforme a necessidade. Hoje, a nossa necessidade é de expansão rápida de leitos. Nós esperamos que nas próximas semanas a gente já atinja o pico e comece a ter um alívio”, acrescentou Menezes.

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