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Brasil

Defesa pede relaxamento da prisão de Mauro Cid

Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, fechou um acordo de delação premiada com a Polícia Federal

07/09/2023 23:03, atualizado 08/09/2023 17:04
Hugo Barreto/Metrópoles
CPMI do 8 de Janeiro O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), é ouvido pela Comissão Parlamentar Mista de Inquérito - Metrópoles

A defesa do tenente-coronel do Exército Mauro Cesar Barbosa Cid, ex-ajudante de ordens do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), pediu o relaxamento da prisão do oficial ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF). A informação foi confirmada ao Metrópoles pela defesa de Cid.

O pedido do advogado de Cezar Roberto Bitencourt acontece após o militar fechar um acordo de delação premiada com a Polícia Federal (PF). O militar está no centro de investigações sobre fraude nos cartões de vacina e desvio de joias entregues ao ex-presidente.

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Mauro Cid na CPMI do 8 de Janeiro
Jair Bolsonaro ao lado de Mauro Cid
Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid foi indiciado pela PF
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Ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid foi indiciado pela PF

Breno Esaki/Metrópoles
Mauro Cid na CPMI do 8 de Janeiro
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Mauro Cid na CPMI do 8 de Janeiro

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Jair Bolsonaro ao lado de Mauro Cid
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Jair Bolsonaro ao lado de Mauro Cid

Hugo Barreto/Metrópoles

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Antes de fechar o acordo com a PF, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro foi ao STF falar sobre o desejo de colaborar com as investigações. O encontro aconteceu no ministro Alexandre Moraes, em Brasília.

Durante o governo Bolsonaro, Mauro Cid era braço direito do ex-presidente e participou de eventos importantes da gestão passada.

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Mauro Cid tem colaborado com a Polícia Federal nas investigações sobre a venda ilegal de joias entregues a Bolsonaro por delegações estrageiras e a falsificação de comprovantes de vacina contra a Covid-19.

Além disso, o militar também é suspeito de facilitar o encontro de Jair Bolsonaro com o hacker Walter Delgatti Neto no Ministério da Defesa. A conversa entre os dois seria sobre a possibilidade de fraudar as urnas eletrônicas nas eleições de 2022, que deu a vitória ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).