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Brasil

Criação de vagas desacelera, e país gera 136,1 mil empregos em março

Segundo dados do Caged, houve queda na comparação com março do ano passado e na soma dos primeiros três meses do ano

28/04/2022 15:34, atualizado 28/04/2022 16:02
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Reprodução/Agência Brasil
Pessoa segurando a carteira de trabalho

O Ministério do Trabalho e da Previdência Social informou nesta quinta-feira (28/4) que o país gerou 136,1 mil empregos com carteira assinada em março deste ano. Os números constam no balanço do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged).

Segundo os dados da pesquisa, houve queda na comparação com março do ano passado, quando foram criados 153,4 mil empregos formais.

Em março deste ano, o saldo de contratações foi de 1.953.071, e o de demissões, 1.816.882.

O resultado de março deste ano é menor do que os indicadores registrados em janeiro (149,5 mil) e em fevereiro (329,4 mil).

Vagas criadas no primeiro trimestre do ano

De acordo com os dados do Caged, no acumulado de janeiro a março deste ano, foram criadas 615,2 mil vagas formais.

O número é menor se comparado ao resultado do mesmo período do ano passado: 805,1 mil empregos com carteira assinada.

Salário

O Ministério do Trabalho ainda informou que o salário médio de contratações foi de R$ 1.872,07 em março deste ano. O valor representa queda de R$ 38,72 em relação a fevereiro, quando a média foi de R$ 1,910,79.

Em março do ano passado, o salário médio de admissão estava em R$ 2.018,60. Os valores são corrigidos pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC).

Setores e regiões

Os dados do governo também mostram que foram criados empregos formais em quatro dos cinco setores da economia, sendo que apenas a área de agropecuária registrou demissões.

Veja os números abaixo:

  • Serviços: 111.531 contratações;
  • Construção: 25.059 contratações;
  • Indústria: 15.260 contratações;
  • Comércio: 352 contratações; e
  • Agropecuária: 15.995 demissões.

O levantamento ainda revela que foram abertas vagas em quatro das cinco regiões do país. O Nordeste foi a única que registrou demissões.

Veja os resultados:

  • Sudeste: 75.804 vagas;
  • Sul: 33.601 vagas;
  • Centro-Oeste: 20.262 vagas;
  • Norte: 9.357 vagas; e
  • Nordeste: 4.963 demissões.

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