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Brasil

Carteira assinada passa de saldo positivo para negativo após revisão

Esta é a segunda revisão divulgada este ano sobre vagas em 2020. Houve redução de 46,8% no número, resultando em um total de 75,9 mil vagas

30/11/2021 20:23
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Andre Borges/Esp. Metrópoles
Carteira de trabalho

Em uma nova revisão dos dados do mercado de trabalho em 2020, o governo federal revelou que não houve uma melhora do emprego formal durante a pandemia, como havia sido divulgado anteriormente.

O primeiro resultado, divulgado em janeiro pelo Ministério da Economia, mostrava um saldo positivo de 142,6 mil vagas criadas em 2020. O dado, no entanto, foi revisto neste mês de novembro, quando aconteceu a entrega dos números de empresas fora do prazo. Nessa revisão, houve uma redução de 46,8% no número, resultando em um total de 75,9 mil vagas criadas.

Esta nova revisão, no entanto, tornou o saldo negativo, com a redução de 267 mil vagas do dado inicial. A mudança no número, segundo o governo, aconteceu devido ao atraso na entrega de dados pelas empresas.

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População feminina economicamente ativa no DF aumentou de 772 mil para 803 mil
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DF têm 263 vagas de emprego
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Jacqueline Lisboa/Especial Metrópoles
População feminina economicamente ativa no DF aumentou de 772 mil para 803 mil
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População feminina economicamente ativa no DF aumentou de 772 mil para 803 mil

Rafaela Felicciano/Metrópoles
Fila para vagas de emprego
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Fila para vagas de emprego

Foto: Reprodução/Youtube

“Destaca-se que revisões de bases de dados são naturais, ainda mais em contextos de transição ou de situações atípicas como a de uma pandemia, sendo realizadas por diversos órgãos e institutos de estatísticas no mundo todo”, afirmou o Ministério do Trabalho e Previdência em nota.

A revisão vem na mesma data em que a pasta divulgou o saldo de vagas criadas em outubro. O resultado derivou da diferença entre 1.760.739 admissões e 1.507.656 desligamentos ocorridos no período. Os números também representam uma desaceleração em relação a setembro, quando foram criadas 313.902 vagas.

Em janeiro, o ministro da Economia, Paulo Guedes, havia comemorado o saldo positivo. “De um lado, o auxílio emergencial fez a maior transferência direta de renda. E, por outro lado, o programa de empregos preservou 11 milhões de empregos”, disse ele, à época.

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