CPMI do INSS: deputados do PT pedem saída de Viana da presidência

O pedido sustenta que a investigação passou a abranger pessoas, entidades e vínculos ligados ao entorno político-religioso de Carlos Viana

atualizado

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Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS - Metrópoles
1 de 1 Senador Carlos Viana, presidente da CPMI do INSS - Metrópoles - Foto: <p>HUGO BARRETO / METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div>

Deputados petistas protocolaram, na tarde de terça-feira (24/3), um pedido de afastamento do senador Carlos Viana (Podemos-MG) (foto em destaque) da presidência da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituo Nacional do Seguro Social (INSS), sob alegação de “exceção de suspeição”.

“Circunstâncias que comprometem a legitimidade da condução da comissão vulneram a confiança pública na lisura de seus atos e impõem, por razões de prudência institucional e integridade procedimental, o seu afastamento imediato da presidência do colegiado”, diz trecho do documento enviado à presidência do Congresso Nacional.

O pedido sustenta que a investigação passou a abranger pessoas, entidades e vínculos ligados ao entorno político-religioso do presidente da comissão, com destaque para conexões envolvendo a Igreja Batista da Lagoinha, a Fundação Oásis e nomes como André Valadão, Nikolas Ferreira (PL-MG), Fabiano Zettel, Daniel Vorcaro e o Banco Master.

O pedido foi feito pelos deputados federais Pedro Uczai (PT-SC), líder da bancada do PT na Câmara dos Deputados, Rogério Correia (PT-MG), Alencar Santana (PT-SP) e Lindbergh Farias (PT-RJ).

A peça também menciona a decisão do ministro Flávio Dino, do Supremo Tribunal Federal (STF), que solicitou esclarecimentos sobre repasses de R$ 3,6 milhões de Viana em emendas parlamentares destinados à Lagoinha.

Além disso, cita a manifestação pública de Viana em defesa de Nikolas Ferreira, a suposta resistência a requerimentos reiterados, especialmente os relacionados a Fabiano Zettel, que está preso, e um episódio de erro na contagem de votos em pedido de quebra de sigilo.

Segundo o documento, esses fatores contribuem para o aumento da desconfiança quanto à imparcialidade e à condução dos trabalhos da CPMI.

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