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Brasil

Leite oficializa pré-candidatura ao Planalto com "Manifesto ao Brasil"

Governador do Rio Grande do Sul é visto como preferido do presidente do PSD, Gilberto Kassab, para liderar projeto nacional da sigla

Catielen de Oliveira06/03/2026 10:24, atualizado 06/03/2026 13:26
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Gustavo Mansur/ Palácio Piratini
O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite - Metrópoles

O governador do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite (PSD-RS), divulgou, nesta sexta-feira (6/3), “Manifesto ao Brasil” no qual oficializa pré-candidatura ao Planalto, expõe reflexões sobre assuntos enfrentados pelo Brasil e fala em “agendas mais claras para o país”.

Em trecho da carta, o político também critica a polarização. “O Brasil, porém, permanece dividido, fragmentado, excessivamente concentrado em disputas ideológicas e paroquiais que não produzem solução. Enquanto outras nações formulam estratégias para 20, 30, 50 anos, nós discutimos o dia seguinte. No lugar de debater nossos desafios, ficamos discutindo desafetos.”

A carta é divulgada em tom de pré-candidatura e cita outros temas em alta na política brasileira, como transição energética, Caso Master, emendas, penduricalhos e mercado externo.

No fim do manifesto, Leite assina como “pré-candidato do PSD à Presidência do Brasil”.

Leite já era visto por aliados como preferido do presidente do PSD, Gilberto Kassab, para liderar projeto nacional na chapa presidencial da sigla em 2026, entre o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, e o do Paraná, Ratinho Jr. (PSD-PR).

O cacique do centrão chegou a afirmar publicamente que o escolhido para disputar o Planalto pela sigla seria anunciado até 15 de abril.

Recentemente, Leite chegou a falar sobre deixar o governo no “prazo-limite”, caso vá disputar algum cargo político. Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), a data para a chamada desincompatibilização – em resumo, deixar o cargo para disputar a Presidência da República neste ano – é até 4 de abril de 2026.

O governador, que está em seu segundo mandato, não pode concorrer à reeleição.

No início de 2025, ele deixou o PSDB, após 24 anos no partido, e se filiou ao PSD, destacando estar pronto para protagonizar “um projeto nacional”.

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