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Brasil

Coronavírus: estados dizem ter planos de controle contra infecção

Ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que acredita que o vírus chegará ao Brasil, mas que haverá vacina ainda no 2º semestre

06/02/2020 10:43
Michael Melo/Metrópoles
Coronavírus: estados dizem ter planos de controle contra infecção

O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass), Alberto Beltrame, afirmou que em conversas com os secretários estaduais acreditam que o Brasil tem um “sistema robusto” para conter o coronavírus.

“De modo geral, os estados têm planos de contingência já montados”, afirmou, ao desacatar a articulação de órgãos como a Fundação Oswaldo Cruz, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), o Instituto Evandro Chagas, entre outros. “Nunca na história, tivemos a velocidade de informação de monitorante que estamos tendo neste evento”, ponderou.

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Na mesma tendência, o secretário de Vigilância Sanitária, Wanderson Oliveira, apresentou detalhes do monitoramento do governo brasileiro sobre o coronavírus e destacou que as autoridades sanitárias estão observando a situação na China, no mundo e no Brasil.

Ele ressaltou: “Não há caso confirmado no Brasil”, repetiu. O mais recente boletim mostra 24 casos descartados, nove suspeitos e nenhum confirmado.

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O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, afirmou que acredita que o vírus chegará ao Brasil. “Esse vírus vai chegar no Brasil? Acho que sim. Como ele vai se comportar? Se ele replicar o movimento que ele está tendo lá, acredito que não vou ter um número grande de casos”, afirmou.

As declarações foram dadas durante encontro na sede da Organização Mundial da Saúde (OMS) e da Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS), em Brasília, atualizou as ações do governo brasileiro para conter o avanço da doença.

Neste sábado (08/02/2020), chegarão à Anápolis brasileiros que estavam na China, onde o vírus começou a se espalhar, e pediram repatriação (foto em destaque). Eles serão trazidos pela Força Aérea Brasileira (FAB).

O Executivo federal buscou ajuda ainda do Ministério da Defesa e da Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) para monitorar as mortes e os casos no mundo.