Veja quem assinou cassação de Eduardo Bolsonaro e Ramagem

Deputados foram cassados por decisão do presidente da Câmara, Hugo Motta, e da Mesa Diretora da Casa

atualizado

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Vinícius Schmidt/Metrópoles
Deputado Alexandre Ramagem (PL-PL), diretor-geral da PF na gestão Bolsonaro, ao lado do também deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP)
1 de 1 Deputado Alexandre Ramagem (PL-PL), diretor-geral da PF na gestão Bolsonaro, ao lado do também deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) - Foto: Vinícius Schmidt/Metrópoles

Além do presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), outros seis deputados assinaram as cassações de Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e Alexandre Ramagem (PL-RJ). A perda dos mandatos, definida nesta quinta-feira (18/12) via Mesa Diretora da Casa, foi revelada pelo Metrópoles.

O documento foi publicado com as assinaturas de: Carlos Veras (PT-PE), Primeiro-Secretário; Lula da Fonte (PP-PE), Segundo-Secretário; Delegada Katarina (PSD-SE), Terceira-Secretária; Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP), Primeiro Suplente de Secretário; Paulo Folleto (PSB-ES), Segundo Suplente de Secretário e Dr. Victor Linhalis (Podemos-ES), Terceiro Suplente de Secretário.

Dessa forma, três deputados não assinaram, entre eles o vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ), que é correligionário de Eduardo Bolsonaro e Ramagem. Além dele, o 2º vice-presidente, Elmar Nascimento (União-BA) e o 4º Secretário, Sergio Souza (MDB-PR), não constam no documento. A ausência desses nomes, porém, gerou um fato curioso.

Antônio Carlos Rodrigues, que é do PL e passou perto de ser expulso por fazer elogios ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, acabou assinando a cassação dos colegas de bancada. Ele é primeiro suplente e pode votar diante da ausência dos titulares da Mesa Diretora.

As cassações

Eduardo Bolsonaro foi cassado pelo acúmulo de faltas na Câmara. Ele está nos Estados Unidos desde fevereiro, sem autorização para votação à distância. Inicialmente, o parlamentar entrou de licença, mas o prazo acabou.

Já Alexandre Ramagem foi cassado por ter sido condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF), com trânsito em julgado, a 16 anos, um mês e 15 dias de prisão em regime inicial fechado por participação na trama golpista de 2022. Ele deixou o país, driblando ordem da Corte, e também está nos Estados Unidos.

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