Igor Gadelha

Os 3 membros da Mesa que não apoiaram a cassação de Eduardo e Ramagem

Três deputados titulares da Mesa Diretora da Câmara não assinaram os atos que cassaram os mandatos de Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro

atualizado

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Vinicius Schmidt/Metropoles
Eduardo Bolsonaro
1 de 1 Eduardo Bolsonaro - Foto: Vinicius Schmidt/Metropoles

Três dos sete membros titulares da Mesa Diretora da Câmara não assinaram os atos em que a Casa cassou os mandatos dos deputados Alexandre Ramagem (PL-RJ) e Eduardo Bolsonaro (PL-SP).

Não apoiaram as cassações o primeiro e o segundo vice-presidentes da Casa, respectivamente Altineu Côrtes (PL-RJ) e Elmar Nascimento (União-BA). O quarto-secretário, Sérgio Souza (MDB-PR), também não assinou.

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Vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ)
Deputado Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro
Deputado Alexandre Ramagem (PL-PL), diretor-geral da PF na gestão Bolsonaro
Além dele, o deputado Elmar Nascimento também disputa a indicação do União Brasil.
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Além dele, o deputado Elmar Nascimento também disputa a indicação do União Brasil.

Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados
Vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ)
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Vice-presidente da Câmara, Altineu Côrtes (PL-RJ)

Reprodução/Câmara dos Deputados
Deputado Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro
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Deputado Alexandre Ramagem e Eduardo Bolsonaro

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Deputado Alexandre Ramagem (PL-PL), diretor-geral da PF na gestão Bolsonaro
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Deputado Alexandre Ramagem (PL-PL), diretor-geral da PF na gestão Bolsonaro

Vinícius Schmidt/Metrópoles

Os outros quatro titulares da Mesa Diretora que assinaram os atos foram: o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), e os secretários Carlos Veras (PT-PE), Lula da Fonte (PP-PE) e Delegada Katarina (PSB-SE).

Além disso, três suplentes assinaram os atos em apoio às cassações dos deputados bolsonaristas: Antonio Carlos Rodrigues (PL-SP), Paulo Folleto (PSB-ES) e Dr. Victor Linhalis (Podemos-ES).

Na terça-feira (16/12), a coluna já tinha adiantado que Motta havia desistido de votar a cassação de Ramagem no plenário da Câmara e que a decisão caberia à Mesa Diretora da Casa.

A ideia de Motta, segundo aliados, foi baixar a temperatura com o STF, que aumentou nas últimas semanas tanto por causa do caso Zambelli, quanto pela operação da Polícia Federal contra uma ex-assessora de Arthur Lira (PP-AL).

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