Comitiva de Bolsonaro é hostilizada e recebe ovada em São Paulo. Vídeo

Centenas de manifestantes estavam em frente ao prédio da Bolsa de Valores de São Paulo, onde ocorria o leilão da Cedae

atualizado 30/04/2021 19:05

Carla Zambelli em SPFotos: Fábio Vieira/Metrópoles

A comitiva do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi hostilizada, nesta sexta-feira (30/4), ao chegar ao prédio da Bolsa de Valores de São Paulo, onde ocorria o leilão da Companhia Estadual de Água e Esgotos do Rio de Janeiro (Cedae). O grupo, alvo de protestos contrários à venda da empresa, foi recebido pelos manifestantes com uma ovada.

Parlamentares – entre eles, a deputada Carla Zambelli (PSL-SP) e o deputado Hélio Lopes (PSL-RJ) – e ministros da base do governo tiveram que se abaixar e sair correndo para não serem atingidos pelo ovo arremessado contra eles. O presidente Bolsonaro acompanhou o leilão pessoalmente.


Centenas de manifestantes, segundo as forças de segurança, posicionaram-se em frente ao prédio da Bolsa de Valores de São Paulo (B3). Participantes do Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto (MTST) engrossaram o protesto.

Além de cartazes, fotografados pelo Metrópoles, gritos de “fascista” eram recorrentes. Os manifestantes também criticavam o fato de o país ter atingido o marco de 400 mil mortes em decorrência da Covid-19.

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No leilão, o governo do Rio de Janeiro arrecadou R$ 22,6 bilhões, em três dos quatro blocos da Cedae. Juntos, os quatro blocos da empresa estavam a leilão por outorga mínima de R$ 10,6 bilhões.

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