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Brasil

Com defesa de vacina, parada LGBT mobiliza favelas do Complexo da Maré

Parada LGBT se tornou tradição no Complexo da Maré, que engloba 16 comunidades na zona norte do Rio. Evento tem testagem de HIV gratuita

14/11/2021 19:23, atualizado 14/11/2021 21:16
Foto: Aline Massuca
parada LGBT

Com críticas aos negacionistas e a defesa da vacinação contra a Covid-19, a 14ª edição da Parada LGBT do Complexo da Maré mobiliza as comunidades da região neste domingo (14/11) no Rio de Janeiro.

O evento conta com testagem gratuita de HIV e conscientização sobre formas de prevenção a infecções sexualmente transmissíveis (ISTs).

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Beto Cabeleireiro é presidente da ONG Maré sem Preconceito
Xuxete preparou uma maquiagem para o evento
E vai desfilar toda sua produção na parada
O evento começou com dança entre os participantes
Enquanto outras optam por figurinos mais simples
Algumas pessoas chegaram cedo à parada
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Algumas pessoas chegaram cedo à parada

Foto: Aline Massuca
Beto Cabeleireiro é presidente da ONG Maré sem Preconceito
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Beto Cabeleireiro é presidente da ONG Maré sem Preconceito

Foto: Aline Massuca
Xuxete preparou uma maquiagem para o evento
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Xuxete preparou uma maquiagem para o evento

Foto: Aline Massuca
E vai desfilar toda sua produção na parada
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E vai desfilar toda sua produção na parada

Foto: Aline Massuca
O evento começou com dança entre os participantes
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O evento começou com dança entre os participantes

Foto: Aline Massuca
Enquanto outras optam por figurinos mais simples
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Enquanto outras optam por figurinos mais simples

Foto: Aline Massuca
No evento, pessoas aparecem super montadas para celebrar
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No evento, pessoas aparecem super montadas para celebrar

Foto: Aline Massuca
A parada LGBT na Maré deve reunir mais pessoas durante a noite
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A parada LGBT na Maré deve reunir mais pessoas durante a noite

Foto: Aline Massuca

Apesar de o evento ser restrito a 500 pessoas, conforme limite estabelecido pelo município para realização em locais abertos, a parada gay deve alcançar público maior, já que a mobilização vai passar por parte das 16 comunidades que formam o Complexo da Maré. Dois carros de som animam a festa. No início da noite, o evento estava começando a encher.

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Presidente da organização não governamental (ONG) Maré sem Preconceito, o cabeleireiro Alberto Araújo Duarte, de 53 anos, conhecido como Beto Cabeleireiro, diz que o evento vai manter a tradição da primeira parada LGBT do Brasil realizada dentro de uma comunidade.

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“Melhores dias estão para vir, porque já passamos da fase mais brava da epidemia, apesar de ela continuar entre nós”, destacou ele.

A parada conta com apoio da Associação de Moradores Nova Vida, da 30ª Região Administrativa do Rio de Janeiro e do Grupo pela Vida, que desenvolve trabalhos de prevenção ao HIV e Aids e tem equipes destinadas à testagem de ISTs durante a parada LGBT.

O pedagogo Felipe Oliveira, consultor da ONG, disse que o evento segue todas as recomendações da Organização Mundial da Saúde (OMS) para evitar a disseminação do coronavírus e, neste ano, destaca a importância de se celebrar a vida.

“Queremos celebrar a vida, demonstrar neste momento a nossa solidariedade a pessoas que perderam entes queridos e tentar um recomeço, mas ainda estamos preocupados com a nova da Covid-19”, afirmou o pedagogo, ressaltando que o evento respeita o limite de público junto autorizado pelo município para eventos em área aberta.