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Citado na CPMI do INSS deve seguir como vice-líder do governo Lula

Senador Weverton Rocha (PDT-MA) é alvo do colegiado para investigar se houve desvio indevido do dinheiro de aposentados e pensionistas

atualizado

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VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto
Davi Alcolumbre, adia, a pedido Weverton Rocha a votação do Projeto de Lei Complementar PLP 192:2023, que unifica em oito anos o prazo de inelegibilidade de políticos condenados com base na lei Ficha Limpa 4
1 de 1 Davi Alcolumbre, adia, a pedido Weverton Rocha a votação do Projeto de Lei Complementar PLP 192:2023, que unifica em oito anos o prazo de inelegibilidade de políticos condenados com base na lei Ficha Limpa 4 - Foto: VINÍCIUS SCHMIDT/METRÓPOLES @vinicius.foto

O senador Weverton Rocha (PDT-MA) deve continuar na vice-liderança do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) no Senado, ainda que esteja na mira da oposição e da Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) que investiga as fraudes do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) por causa da operação da Polícia Federal (PF) que apura um esquema de descontos não autorizados em aposentadorias e pensões.

Weverton foi alvo de um mandado de busca e apreensão em uma operação da PF em dezembro do ano passado. A corporação chegou a pedir a prisão do parlamentar, mas a Procuradoria Geral da República (PGR) foi contra e o Supremo Tribunal Federal (STF) negou

Como o Metrópoles revelou na coluna Tácio Lorran, o senador teria ligações com o lobista Antonio Carlos Camilo Antunes, o Careca do INSS, com quem compartilhou o uso de um jatinho. A oposição pressiona para que Weverton preste oitiva à CPMI do INSS. O senador, eleito pelo PDT, nega as acusações.

O esquema bilionário de descontos indevidos foi revelado pelo Metrópoles em uma série de reportagens.

“Caso Messias”

O senador maranhense é relator e trabalha para pavimentar o caminho do ministro da Advocacia-Geral da União, Jorge Messias, para emplacá-lo em uma cadeira para o Supremo Tribunal Federal (STF).

Conforme mostrou o Metrópoles, líderes próximos ao presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), relataram à reportagem que as conversas estão em andamento. O senador ainda está no Amapá, e a previsão de volta é na semana que antecede a volta dos trabalhos no Congresso.

A indicação de Lula para a cadeira na Suprema Corte causou uma rusga com o Senado, que defendia o nome do senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG).

O líder do governo no Senado, Jaques Wagner (PT-BA), afirmou a jornalistas em cerimônia que marcou os três anos dos atos democráticos do 8 de Janeiro, que ainda não há acordo para angariar os votos de Messias à Suprema Corte, mas que tem confiança que seu nome passsará.

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