Chacina em quiosque: médico forçou vômito com medo de perfuração

Único sobrevivente de ataque a grupo de quatro médicos em quiosque no RJ, o ortopedista Daniel Proença relembra os momentos de terror

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Imagem colorida da execução dos médicos paulistas em quiosque no RJ - Metrópoles
1 de 1 Imagem colorida da execução dos médicos paulistas em quiosque no RJ - Metrópoles - Foto: Reprodução

Três médicos de São Paulo foram assassinados a tiros em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, em 5 de outubro. Dois meses depois, o único sobrevivente, o ortopedista Daniel Proença, afirma que começou a se analisar após os tiros, para ver se tinha alguma perfuração no estômago.

Proença conseguiu sobreviver a mais de 20 tiros disparados contra ele naquela madrugada. O primeiro comportamento de “defesa” teria sido tentar conter o pânico, até que o socorro chegasse.

Depois, ele começou a se autoanalisar, como se fosse o próprio paciente, para avaliar os danos causados. “Comecei a fazer exame em mim. Tentei forçar vômito para ver se tinha alguma perfuração no estômago”, afirmou.

As revelações ocorreram durante entrevista ao Fantástico, da TV Globo.

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Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro: Diego Ralf Bomfim, Marcos de Andrade Corsato, e Perseu Ribeiro Almeida,
Médico foi confundido com miliciano Taillon e executado na Barra da Tijuca
Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro tiraram fotos pouco antes do crime
Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro
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Vídeo flagra momento da execução
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Vídeo flagra momento da execução

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Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro: Diego Ralf Bomfim, Marcos de Andrade Corsato, e Perseu Ribeiro Almeida,

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Médico foi confundido com miliciano Taillon e executado na Barra da Tijuca
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Médico foi confundido com miliciano Taillon e executado na Barra da Tijuca

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Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro tiraram fotos pouco antes do crime
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Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro tiraram fotos pouco antes do crime

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Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro
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Médicos executados em quiosque no Rio de Janeiro

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Três médicos foram assassinados a tiros em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, durante a madrugada desta quinta-feira (5/10)
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Três médicos foram assassinados a tiros em um quiosque na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, durante a madrugada desta quinta-feira (5/10)

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O veículo foi alvo de diversos tiros
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O veículo foi alvo de diversos tiros

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O corpo de Lesk foi encontrado na Gardênia Azul
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O corpo de Lesk foi encontrado na Gardênia Azul

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Na Gardênia Azul, a polícia investiga o que aconteceu
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Na Gardênia Azul, a polícia investiga o que aconteceu

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A polícia encontrou três corpos em Jacarepaguá
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A polícia encontrou três corpos em Jacarepaguá

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A suspeita da PC é que os corpos encontrados em Jacarepaguá sejam de criminosos envolvidos na morte dos três médicos
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A suspeita da PC é que os corpos encontrados em Jacarepaguá sejam de criminosos envolvidos na morte dos três médicos

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Philip Motta é conhecido como Lesk e teria sido o responsável pela execução dos médicos
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Philip Motta é conhecido como Lesk e teria sido o responsável pela execução dos médicos

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Ryan Nunes de Almeida é suspeito de estar envolvido em execução de médicos no Rio
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Ryan Nunes de Almeida é suspeito de estar envolvido em execução de médicos no Rio

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Ryan Nunes de Almeida é suspeito de estar envolvido em execução de médicos no Rio
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Relembre caso de chacina em quiosque

Os criminosos atiraram, ao menos, 20 vezes contra os profissionais, em um período de 20 segundos. Um dos homens ainda voltou ao estabelecimento, depois que uma das vítimas tentou se abrigar.

O caso ocorreu na Avenida Lúcio Costa, na Barra da Tijuca, próximo a um quiosque na altura do Posto 4, quando um grupo saiu de um carro e atirou contra os médicos. Os profissionais de medicina mortos eram especializados em ortopedia e foram identificados como Perseu Ribeiro de Almeida, 33; Marcos Andrade Corsato, 63; e Diego Ralf Bonfim, 35.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lamentou as mortes, prestou solidariedade aos familiares dos médicos e à deputada Sâmia Bomfim (PSol-SP), irmã de Diego, e ao deputado Glauber Braga (PSol-RJ).

Polícia Civil do Rio de Janeiro (PCERJ) chegou à conclusão que o médico Perseu Ribeiro Almeida teria sido confundido com o miliciano Taillon de Alcântara Pereira Barbosa, filho do Dalmir Pereira Barbosa, apontado como chefe da milícia de Rio das Pedras. Os responsáveis pelo erro acabaram assassinados também.

Dois de quatro corpos suspeitos pela execução de três médicos foram encontrados e identificados pela polícia. Os corpos seriam de Philip Motta e Ryan Nunes de Almeida.

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