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Brasil

Caso raro: gêmeos nascem empelicados no RJ; veja fotos

Théo e Gael nasceram em bolsas amnióticas diferentes e intactas em hospital de São Pedro da Aldeia (RJ)

15/11/2021 19:03, atualizado 15/11/2021 19:41
Reprodução/Redes sociais/Juliana Pereira
rj gemeos empelicados

Rio de Janeiro – A mãe Beatriz Santos teve uma grande surpresa no momento de seu parto: os gêmeos Théo e Gael nasceram empelicados, ou seja, dentro da bolsa amniótica. Em fenômeno raro na obstetrícia, os pequenos vieram ao mundo em bolsas separadas e intactas.

O parto, agendado para o mês de outubro em uma unidade de saúde, aconteceu em São Pedro da Aldeia (RJ), a cerca de 144 km da capital do Rio, na região dos Lagos.

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"Muito emocionante", disse a mãe dos gêmeos sobre o parto
Bebê nasceu empelicado no RJ
Os gêmeos Théo e Gael com o pai
Fenômeno raro: gêmeos nasceram em bolsas diferentes e intactas
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Fenômeno raro: gêmeos nasceram em bolsas diferentes e intactas

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"Muito emocionante", disse a mãe dos gêmeos sobre o parto
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"Muito emocionante", disse a mãe dos gêmeos sobre o parto

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Bebê nasceu empelicado no RJ
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Bebê nasceu empelicado no RJ

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Os gêmeos Théo e Gael com o pai
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Os gêmeos Théo e Gael com o pai

Reprodução/Redes sociais/Juliana Pereira

Segundo o ginecologista, obstetra e professor do curso de Medicina da Universidade de Santo Amaro Gabriel Monteiro, o parto empelicado é um fenômeno raro na obstetrícia.

Em entrevista ao G1, ele disse que os bebês são envolvidos pela bolsa amniótica, formada por uma película fina e resistente. Explicou que cerca de 10% das mulheres têm a ruptura repentina da bolsa – como em cenas de filmes e novelas -, porém, a maioria se rompe durante o parto.

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“Na maioria dos casos, a bolsa se rompe durante o trabalho de parto. Em casos raríssimos, estima-se que, 1 a cada 80 mil, ocorre o parto empelicado, em que a membrana não se rompe e o bebê nasce envolto da membrana que o manteve imerso em líquido amniótico durante toda a gestação. É bonito pois podemos ver o bebê após o nascimento como ele fica dentro da barriga da mamãe. Tal parto não oferece riscos”, disse o médico ao portal.

No caso de Beatriz, o acontecimento foi ainda mais raro, pois as bolsas eram diferentes e permaneceram intactas.