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Brasil

Caso Marielle: após prisão de executores, investigação tem mandantes como alvo

O ministro da Justiça Flávio Dino e diretor da Polícia Federal (PF) deram entrevista coletiva sobre o caso Marielle Franco

24/07/2023 10:52, atualizado 24/07/2023 11:33
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Divulgação
Marielle Franco

Com a divulgação de que Ronnie Lessa é o autor do assassinato da ex-vereadora Marielle Franco, as atenções agora se voltam para os mandantes do crime, de acordo com o ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Flávio Dino.

“Quando o crime tem muitos anos de execução, é claro que a investigação é mais complexa, mas os passos concretos, efetivos, relevantes, que estão sendo dados, mostram que estamos próximos de esclarecer todos os aspectos desse crime”, afirmou Dino.

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Maxwell Simões Corrêa, o Suel, foi expulso do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro
Marielle e a irmã, Anielle Franco
Marielle Franco
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Marielle era vereadora e defendia direitos humanos
Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, suspeitos de matar Marielle Franco
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Ronnie Lessa e Élcio Queiroz, suspeitos de matar Marielle Franco

Reprodução
Maxwell Simões Corrêa, o Suel, foi expulso do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro
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Maxwell Simões Corrêa, o Suel, foi expulso do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro

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Marielle e a irmã, Anielle Franco
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Marielle e a irmã, Anielle Franco

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Marielle Franco
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Marielle Franco

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Reprodução/facebook
Marielle era vereadora e defendia direitos humanos
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Marielle era vereadora e defendia direitos humanos

Mídia NINJA
A vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018
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A vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018

Mídia NINJA
A vereadora defendia pautas de direitos humanos, defesa da mulher e da comunidade LGBT
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A vereadora defendia pautas de direitos humanos, defesa da mulher e da comunidade LGBT

Mário Vasconcellos/CMRJ

O ministro defendeu, durante a coletiva realizada nesta segunda-feira (24/7), que agora se encerram as investigações sobre os executores, e se tem início a parte do inquérito sobre os mandantes do crime.

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“A elucidação do crime é um caminho para mostrarmos que há uma atitude estatal, liderada pelo nosso governo, de esclarecer todos os crimes e combater a impunidade. Temos dito, e reiteramos: não existe crime perfeito”, ressaltou Dino. “Todas as pessoas que progressivamente forem sendo reveladas, com provas da participação nesse crime, serão entregues ao poder Judiciário para julgamento”, afirmou.

Ele também considera que é possível que os outros envolvidos sejam de alta periculosidade.

Dino confirmou que novas operações devem ocorrer nas próximas semanas a partir das provas colhidas na busca e apreensão realizada nesta segunda-feira.