Caso Daiane: celular de corretora é encontrado e passa por perícia

Polícia investiga caso de Daiane, desaparecida em 17 de dezembro e achada morta. Celular da vítima passa por perícia

atualizado

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Imagem colorida de Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas
1 de 1 Imagem colorida de Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas - Foto: Reprodução/ Redes Sociais

A Polícia Civil de Goiás (PCGO) iniciou a análise técnica no celular da corretora Daiane Alves Souza, de 43 anos, assassinada pelo síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, em Caldas Novas (GO). A corporação informou que o telefone da vítima foi localizado e apreendido durante uma perícia no condomínio de Daiane, na última sexta-feira (30/1).

Com o auxílio da Polícia Técnico-Científica, a PCGO prossegue as investigações sobre Daiane, desaparecida desde 17 de dezembro e encontrada sem vida após 43 dias de sumiço, em uma região de mata de Caldas Novas. O laudo da necrópsia da corretora deve ficar pronto nos próximos dias.

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Daiane Alves, no elevador
Filho do síndico Maycon Douglas também foi preso
Síndico Cleber Rosa, preso pelo assassinato da corretora Daiane Alves
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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas
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Daiane Alves Souza, corretora assassinada em Caldas Novas

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Daiane Alves, no elevador
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Daiane Alves, no elevador

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Filho do síndico Maycon Douglas também foi preso
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Filho do síndico Maycon Douglas também foi preso

Síndico Cleber Rosa, preso pelo assassinato da corretora Daiane Alves
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Síndico Cleber Rosa, preso pelo assassinato da corretora Daiane Alves

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Daiane Alves Souza
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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas
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Corpo da corretora Daiane foi encontrado em Caldas Novas

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Maicon Douglas, filho do síndico Cleber Rosa
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Maicon Douglas, filho do síndico Cleber Rosa

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Síndico Cléber
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Síndico Cléber

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“A instituição confirma que o aparelho celular da vítima foi localizado e apreendido, estando sob análise técnica. Detalhes não serão divulgados neste momento para não comprometer o andamento das investigações”, informou a corporação.


Entenda a morte de Daiane Alves

  • Daiane Alves Souza, corretora de imóveis de 43 anos, foi vista pela última vez na noite do dia 17 de dezembro, quando desceu ao subsolo do prédio onde mora para verificar um problema de corte de energia no apartamento dela. Desde então, a mulher não foi mais vista.
  • Após o desaparecimento repentino da vítima, familiares registraram um boletim de ocorrência e passaram a procurar informações entre amigos e em hospitais e UPAs, mas nenhuma pista foi encontrada.
  • Dias depois, uma amiga da família envia um vídeo de Daiane tentando resolver um problema de fornecimento de energia elétrica em um dos apartamentos que ela administrava em Caldas Novas, onde foi vista pela última vez. Nas imagens, é possível vê-la entrando e saindo do elevador.
  • As imagens da câmera de segurança mostram a porta do elevador se abrindo no subsolo e Daiane saindo. A partir desse momento, não houve mais registros da mulher até a localização de seu corpo.
  • Durante a investigação, a PCGO identificou o autor do crime, o síndico Cléber Rosa de Oliveira, de 49 anos, que havia escondido o corpo de Daiane em uma mata.

O celular de Daiane foi encontrado na tubulação de esgoto da garagem do condomínio. Desde o desaparecimento, não houve mais sinal do telefone. Familiares informaram ainda que não foram identificadas movimentações bancárias em nome de Daiane após 17 de dezembro.

O síndico Cléber é apontado como autor do crime após confessar que matou a corretora Daiane e levar os policiais à área de mata onde havia deixado o corpo da vítima. As investigações também apontam que, antes do desaparecimento, a mulher e o síndico trocavam denúncias desde novembro 2024. A partir daí, a relação passou para uma série de registros formais.

Daiane foi encontrada com bala na cabeça

A polícia ainda confirma um disparo de arma de fogo como possível causa da morte de Daiane. Conforme noticiado pelo Fantástico e repercutido pelo Metrópoles, a corretora foi encontrada com uma bala alojada na cabeça, no entanto, não está claro onde ocorreu o disparo, uma vez que, no condomínio, ninguém ouviu tiros no dia do desaparecimento, em 17 de dezembro.

A perícia fez buscas por vestígios de sangue no chão do prédio e no carro do síndico, mas não há informações relacionadas à identificação desse material. A arma usada no crime ainda não foi apresentada às autoridades.

“Diversas diligências estão sendo realizadas com o objetivo de esclarecer completamente as circunstâncias do fato, e a apuração aguarda a conclusão de laudos periciais”, informou a PCGO.

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