Casa onde miliciano foi morto é arrombada e mala, roubada

Homem que é responsável por cuidar do sítio em que "capitão Adriano" estava ao ser baleado por policiais relatou o caso

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atualizado 13/02/2020 19:02

A casa onde o miliciano Adriano Magalhães da Nóbrega, de 43 anos, morreu baleado por policiais baianos, no último domingo (09/02/2020), na cidade de Esplanada (BA), foi arrombada nesta quinta-feira (13/02/2020). Uma mala, um sapato e uma bota do ex-integrante do Bope do Rio de Janeiro e chefe do grupo Escritório do Crime desapareceram. As informações são do Correio* da Bahia.

Em entrevista, um amigo – que não quis se identificar – do proprietário do imóvel, o vereador da cidade Gilson Lima (PSL), relatou o caso. “Estive aqui ontem [quarta] e deixei tudo como estava após a ação da polícia. Não limpei nada. A mala estava no quarto usado por ele [Adriano] e hoje, quando cheguei cedo, encontrei a porta escancarada e a mala não estava”, afirmou.

Segundo o homem, a mala que sumiu era de tamanho médio e estava com pertences de Adriano.

A equipe de reportagem do jornal que divulgou a informação do arrombamento e do sumiço dos itens tinha acabado de chegar à propriedade quando o homem surgiu. “Voltei por que havia deixado a transmissão da água aberta”, explicou. Ele disse que, de cinco em cinco dias, vai ao imóvel para fazer serviços rotineiros. Questionado se havia se encontrado com Adriano em algum momento, respondeu: “Nunca o vi aqui na propriedade”. A declaração reforça o argumento do vereador de que Adriano teria invadido o sítio durante a fuga da polícia.

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