Cão Orelha: adolescentes voltam dos EUA e têm celulares apreendidos

Dois dos quatros adolescentes investigados voltam ao Brasil e têm celulares apreendidos. Eles também foram intimados a prestar depoimento

atualizado

metropoles.com

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Dois dos quatro adolescentes investigados pela morte do Cão Orelha, em Florianópolis (SC), desembarcam na tarde desta quinta-feira (29/1) em Santa Catarina, depois de uma viagem aos Estados Unidos. Logo após o ataque violento que culminou na morte do animal, os jovens fizeram uma viagem para Orlando, onde passaram alguns dias na Disney.

Conforme apurou o Metrópoles, os dois menores – cujas identidades serão preservadas – foram intimados para prestar depoimento à Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) e tiveram os celulares apreendidos. O material será analisado para esclarecer a dinâmica das agressões e eventual participação de outros envolvidos.

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Organizações e associações locais homenageam Orelha
Cão Orelha recebeu homenagem nas redes sociais
Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos as sanções do ECA
Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu
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Cão Orelha morreu em decorrência de agressões que sofreu

Reprodução/Redes sociais
Organizações e associações locais homenageam Orelha
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Organizações e associações locais homenageam Orelha

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Cão Orelha recebeu homenagem nas redes sociais
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Cão Orelha recebeu homenagem nas redes sociais

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Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos as sanções do ECA
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Os suspeitos pela morte do cão Orelha estão sujeitos as sanções do ECA

Reprodução/Redes sociais

O caso é investigado desde o último dia 16 de janeiro. O cão comunitário da região de Praia Brava, em Florianópolis, capital de Santa Catarina, foi brutalmente agredido. O animal não resistiu aos ferimentos e precisou ser submetido à eutanásia. O caso causou grande revolta nas redes sociais.

Orelha foi vítima de graves agressões

Orelha era o cão comunitário de Praia Brava e, no dia 4 de janeiro, foi atacado por um grupo de adolescentes. O pet foi socorrido e levado a uma clínica veterinária, mas, devido à gravidade dos ferimentos, foi submetido à eutanásia no dia seguinte.

Os jovens foram identificados com base em imagens de câmeras de segurança e depoimentos de testemunhas colhidos pela polícia. Os nomes não serão divulgados por respeito ao Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

A Polícia Civil de Santa Catarina (PCSC) apura, ainda, se o grupo também foi responsável por ferir um cão caramelo na mesma região, ao tentar matar o animal afogado no mar.

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