Caso Orelha: TJ manda redes apagarem fotos de adolescentes envolvidos
Decisão da Vara da Infância e Juventude de Florianópolis pediu retirada de conteúdos que permitam identificação de adolescentes
28/01/2026 22:08, atualizado 28/01/2026 22:09
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Uma decisão da Vara da Infância e Juventude de Florianópolis determinou que plataformas e redes sociais adotem medidas para coibir a disseminação de conteúdos que expõem e identificam adolescentes supostamente envolvidos no caso da morte do cão Orelha, na Praia Brava, na capital de Santa Catarina. O caso ainda está em fase de investigação pela Polícia Civil.

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Ver todasA decisão liminar estabelece que a empresa Meta, dona de marcas como Instagram e Facebook, e a Bytedance, do Tik Tok, terão de excluir postagens e comentários que identifiquem os jovens, além de impedir a republicação desses conteúdos. O WhatsApp, da Meta, também é citado.
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