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Brasileiros começam 2019 mais endividados e inadimplentes, diz CNC

O volume de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas passou de 9,5% em janeiro de 2018 para 9,1% em janeiro deste ano

atualizado

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1 de 1 istock conta dívida - Foto: IStock

Os brasileiros começaram o ano mais endividados, segundo dados divulgados nesta terça-feira (5/2), pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC). O porcentual de famílias brasileiras com algum tipo de dívida subiu de 59,8% em dezembro de 2018 para 60,1% em janeiro de 2019, apontou a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

No entanto, o resultado foi inferior ao patamar de endividados de 61,3% registrado em janeiro do ano passado. O total de inadimplentes teve ligeiro aumento de dezembro para janeiro, passando de 22,8% em dezembro para 22,9% em janeiro. O resultado, porém, também ficou aquém do nível de inadimplência de janeiro de 2018, quando 25,0% das famílias tinham dívidas ou contas em atraso.

O volume de famílias que declararam não ter condições de pagar suas contas – e que, portanto, continuariam inadimplentes – passou de 9,5% em janeiro de 2018 para 9,1% em janeiro deste ano. Em dezembro de 2018 esse porcentual era de 9,2%.

“A queda na comparação anual indica que persistem o ritmo lento de recuperação do consumo e a cautela das famílias na contratação de novos empréstimos e financiamentos”, avaliou a economista Marianne Hanson, da CNC, em nota oficial.

Segundo a CNC, a alta no endividamento em relação a dezembro do ano passado não compromete a expectativa de retomada da economia

“As taxas de juros em patamares mais baixos também constituem um fator favorável a esse resultado. As famílias brasileiras também se mostraram mais otimistas em relação à sua capacidade de pagamento, e o percentual de famílias que disseram não ter condições de pagar suas contas em atraso também recuou”, justificou Marianne Hanson.

O cartão de crédito foi mencionado como a principal fonte de dívidas dos brasileiros (78,4%), seguido por carnês (14,0%) e financiamento de carro (9,7%).

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