Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Brasil não terá horário de verão nos próximos anos, diz ministro

Bento Albuquerque, chefe da pasta federal de Minas e Energia, ainda afirmou que não haverá racionamento ou apagão no país

06/10/2021 12:42, atualizado 06/10/2021 14:20
Compartilhar notícia
Bartek Mazurek/Unsplash
Brasil não terá horário de verão nos próximos anos, diz ministro

Em entrevista ao Sistema Verdes Mares, o ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou, nesta quarta-feira (6/10), que o horário de verão não voltará nos próximos anos. Ele também ressaltou que não há possibilidade de haver racionamento ou apagão no país.

“Do ponto de vista energético, não há a necessidade da volta do horário de verão. Nós já fizemos uma análise: do ponto de vista energético, não se faria necessário. E foi tomada a decisão pelo presidente (Jair) Bolsonaro de não decretar o horário de verão. Agora em 2021, entre 2020 e 2021, sempre analisamos essa questão. Então, o horário de verão não ocorrerá, como não vem ocorrendo desde 2019”, detalhou.

Segundo Bento Albuquerque, o governo federal faz um planejamento de energia para evitar racionamento ou apagão, mesmo com a crise hídrica.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters
Brasil não terá horário de verão nos próximos anos, diz ministro - destaque galeria
4 imagens
A usina, vista de longe. Ela tem capacidade para produzir 2.082 MW, mas entrega, atualmente, em razão da pouca água, menos de 15%
Moradores da região lamentam a situação. Reservatório fica sobre a Bacia do Paranaíba, que vive a pior estiagem desde 1981
Marcas da água continuam no chão. Ao fundo, água do reservatório, muito recuado
Energia elétrica está cada vez mais cara
1 de 4

Energia elétrica está cada vez mais cara

Vinícius Schmidt/Metrópoles
A usina, vista de longe. Ela tem capacidade para produzir 2.082 MW, mas entrega, atualmente, em razão da pouca água, menos de 15%
2 de 4

A usina, vista de longe. Ela tem capacidade para produzir 2.082 MW, mas entrega, atualmente, em razão da pouca água, menos de 15%

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Moradores da região lamentam a situação. Reservatório fica sobre a Bacia do Paranaíba, que vive a pior estiagem desde 1981
3 de 4

Moradores da região lamentam a situação. Reservatório fica sobre a Bacia do Paranaíba, que vive a pior estiagem desde 1981

Vinícius Schmidt/Metrópoles
Marcas da água continuam no chão. Ao fundo, água do reservatório, muito recuado
4 de 4

Marcas da água continuam no chão. Ao fundo, água do reservatório, muito recuado

Vinícius Schmidt/Metrópoles

“Como falei para vocês, nossa matriz é muito diversificada. Não era também no passado. No passado, nós tínhamos quatro fontes de geração de energia, hoje são nove fontes. Daqui a pouco, teremos outras fontes também com hidrogênio. Então, a diversidade da nossa matriz vai evitar que o país passe por situações como essa que nós estamos passando no ano de 2021”, analisou.

O ministro está em Fortaleza para o evento Proenergia 2021, realizado pelo Sindicato das Indústrias de Energia e de Serviços do Setor Elétrico do Ceará. Ele anunciou que, nos próximos oito anos, serão investidos R$ 12 bilhões no estado, para a geração e transmissão de energia.