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Brasil

Bolsonaro recebeu 206 visitas médicas em 56 dias na Papudinha

Ministro Alexandre de Moraes concedeu ao ex-presidente prisão domiciliar por um período inicial de 90 dias

24/03/2026 15:54, atualizado 24/03/2026 17:27
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Hugo Barreto/Metrópoles
Bolsonaro em prisão domiciliar

Na decisão que autorizou a prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro, por um período de 90 dias, o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes detalhou que, nos 56 dias em que o ex-chefe do Planalto permaneceu preso na Papudinha, ele recebeu atendimento médico 206 vezes, média de 3,67 ao dia.

Moraes autorizou, nesta terça-feira (24/3), a prisão domiciliar de Bolsonaro por um prazo inicial de 90 dias. O ex-presidente está internado no Hospital DF Star, em Brasília, para tratamento de uma broncopneumonia e voltaria para a Papudinha após a alta.

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Com a decisão, ele vai para casa, onde cumprirá a pena de 27 anos e 3 meses por trama golpista.


Veja o detalhamento de Moraes

  • Atendimento médico permanente e diário em 206 ocasiões diferentes (3 vezes ao dia);
  • Visitas permanentes sem necessidade de novas autorizações judiciais de sua esposa, filhos, filha e enteada;
  • 40 visitas de terceiros devidamente solicitadas pela Defesa; 18 sessões de fisioterapia;
  • 48 sessões de atividades físicas (caminhada);
  • Atendimento por seus advogados em 40 dias;
  • Ampla assistência religiosa, inclusive, com serviços de capelania, em 6 dias.

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O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
O ministro Alexandre Moraes
O ministro do STF Alexandre de Moraes
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KEBEC NOGUEIRA/METRÓPOLES @kebecfotografo
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)
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O ministro Alexandre Moraes
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O ministro Alexandre Moraes

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova
O ministro do STF Alexandre de Moraes
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O ministro do STF Alexandre de Moraes

LUIS NOVA/ESPECIAL METRÓPOLES @LuisGustavoNova

Ao conceder a prisão domiciliar humanitária a Bolsonaro, Moraes impôs uma série de medidas cautelares. Entre elas o uso de tornozeleira eletrônica, além de proibi-lo de usar celular, gravar vídeos e participar de redes sociais.

A decisão ocorre após a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestar favoravelmente ao pedido da defesa de Jair Bolsonaro para que o ex-presidente cumpra prisão domiciliar humanitária.