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Brasil

Bolsonaro inclui arte sacra entre as áreas contempladas da Rouanet

Nova composição na Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (Cnic) foi publicada nesta terça-feira no Diário Oficial

27/07/2021 10:36
Igo Estrela/Metrópoles
O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, ao lado do presidente Jair Bolsonaro , durante apresentação das ações para desburocratização e atração de investimentos para setor de turismo 2

O governo do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) incluiu a arte sacra para compor a Comissão Nacional de Incentivo à Cultura (Cnic).

Cabe à comissão dar parecer favorável ou não aos projetos apresentados à Secretaria Especial da Cultura como candidatos ao incentivo oferecido pela Lei de Incentivo à Cultura, a Lei Rouanet.

A mudança consta em decreto (leia aqui a íntegra) publicado nesta terça-feira (27/7) no Diário Oficial da União (DOU).

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Além da arte sacra, a indicação de membros da Cnin deverá contemplar as belas artes, a arte contemporânea, o audiovisual, o patrimônio cultural material e imaterial e os museus e memória.

O decreto estabelece também que o secretário de Cultura, cargo hoje chefiado pelo ex-ator Mario Frias, poderá delegar a presidência da comissão ao secretário Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura, o ex-policial militar e bolsonarista André Porciuncula.

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Secretário especial de Cultura, Mario Frias
Secretário da Cultura, Mario Frias, posa ao lado do presidente Jair Bolsonaro
Secretário especial de Cultura, Mario Frias, posa ao lado do presidente Jair Bolsonaro
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Secretário especial de Cultura, Mario Frias, posa ao lado do presidente Jair Bolsonaro

Reprodução
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Roberto Castro/ Mtur
Secretário da Cultura, Mario Frias, posa ao lado do presidente Jair Bolsonaro
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Secretário da Cultura, Mario Frias, posa ao lado do presidente Jair Bolsonaro

Marcos Corrêa/PR

Em uma rede social, Porciuncula alegou que a nova regulamentação reduz a burocracia e cria ferramentas para forçar a popularização da lei para os pequenos artistas.

“Outro ponto relevante do decreto é que ele prioriza investimentos em museus públicos, patrimônios históricos tombados e formação profissionalizante”, complementou.