BH: médico é preso após estuprar jovem em consulta e pedir “rapidinha”

A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) pediu à Justiça a prisão preventiva do médico diante do crime cometido contra a jovem

atualizado

metropoles.com

Compartilhar notícia

Reprodução/Redes Sociais
Foto colorida de mulher escondendo o rosto - Metrópoles
1 de 1 Foto colorida de mulher escondendo o rosto - Metrópoles - Foto: Reprodução/Redes Sociais

Um médico, de 31 anos, foi preso na noite dessa quarta-feira (11/2) após estuprar uma jovem, de 18, durante uma consulta em uma clínica especializada em saúde humanizada, no bairro Santa Efigênia, em Belo Horizonte. Segundo a Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG), o suspeito a agarrou e pediu uma “rapidinha” após um exame.

De acordo com a corporação, a jovem de 18 anos estava com dores abdominais e recorreu à clínica. No local, a moça detalhou sobre as dores, e o médico a submeteu a um exame abdominal total.

Após a avaliação clínica, a mulher ainda se queixava de dores, então, o médico sugeriu que ela fizesse outro exame, o ultrassom transvaginal.

Este procedimento é um exame que serve para constatar o diagnóstico de condições ginecológicas, avaliar fertilidade, acompanhar a gravidez ou investigação de sintomas, incluindo dor pélvica.

No início do exame ginecológico, o médico seguiu o procedimento padrão, utilizando um transdutor com preservativo e gel na vagina, com o objetivo de avaliar ovários e trompas em alta resolução, no entanto, durante a avaliação, começaram os abusos sexuais.

Ainda conforme a PMMG, no decorrer do exame, o médico colocou dos dois dedos dentro da vagina da vítima, o que causou um clima de estranheza, e a jovem se levantou imediatamente.

Ao questionar a atitude do profissional, o médico a agarrou e disse que dariam “uma rapidinha”. Após segurá-la, o profissional a virou de costas, flexionou o tronco dela para frente e passou o pênis nas costas dela.

A mulher lutou contra o abuso e exigiu que o médico entregasse o resultado dos exames que ela havia feito. O profissional entregou apenas o resultado do ecográfico abdominal total e alegou que não era possível entregar o ultrasom transvaginal, pois não constavam imagens para o exame no pedido da avaliação.

Prisão ocorreu após depoimento

O médico afirmou que a jovem chegou sem encaminhamento e sem pedido médico. Segundo a PMMG, ele confirmou aos policiais que houve o ultrassom transvaginal, detalhou o exame após ela reclamar de dores e que o procedimento ocorreu normalmente.

Ele alegou que ela não apresentou “nenhuma intercorrência” após o ultrassom, momento no qual a jovem relatou o estupro. E alegou que ela solicitou pomada para dor, porém, não havia medicamentos no consultório.

O profissional ainda argumentou que o exame ultrassom vaginal não tinha imagens, pois não constava no pedido. Após ouvir as duas versões, a polícia encaminhou a vítima ao Hospital Municipal Odilon Behrens para atendimento e, em seguida, foi conduzida com o suspeito para a Delegacia de Plantão Especializada em Atendimento à Mulher.

No local, ambos foram ouvidos, e a delegada resposável pelo caso ratificou a prisão em flagrante do acusado. A Polícia Civil de Minas Gerais (PCMG) pediu à Justiça a prisão preventiva do suspeito.

Quais assuntos você deseja receber?

Ícone de sino para notificações

Parece que seu browser não está permitindo notificações. Siga os passos a baixo para habilitá-las:

1.

Ícone de ajustes do navegador

Mais opções no Google Chrome

2.

Ícone de configurações

Configurações

3.

Configurações do site

4.

Ícone de sino para notificações

Notificações

5.

Ícone de alternância ligado para notificações

Os sites podem pedir para enviar notificações

metropoles.comNotícias Gerais

Você quer ficar por dentro das notícias mais importantes e receber notificações em tempo real?