BC: Lula assina exoneração de diretores e abre espaço para indicações

A partir de 1º de janeiro de 2026, dois membros da diretoria do Banco Central deixarão seus cargos. Lula ainda não indicou substitutos

atualizado

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1 de 1 Imagem colorida do Banco Central do Brasil - Foto: Raphael Ribeiro/BCB

Foi publicada no Diário Oficial da União (DOU) desta quarta-feira (24/12) a exoneração de dois diretores do Banco Central (BC). Com o término do mandato, Diogo Abry Guillen, da Política Econômica, e Renato Dias de Brito Gomes, da Organização do Sistema Financeiro, deixarão os cargos a partir de 1º de janeiro de 2026.

As saídas abrem espaço para novas indicações do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à cúpula da autoridade monetária. Ele ainda não anunciou os novos nomes que substituirão os dirigentes.

Os indicados precisam ser analisados pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) e pelo plenário do Senado.

Nomeados pelo presidente da República, os membros da diretoria do Banco Central e do Comitê de Política Monetária (Copom) têm mandatos fixos de quatro anos.

Atualmente, dos nove diretores do BC, sete foram indicações de Lula. Diogo Guillen e Renato Dias de Brito Gomes foram indicados pelo ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

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