Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Bancário suspeito de furtar aposentadoria ostentava vida de luxo em GO

Investigação aponta que suspeito gastou R$ 1,8 mil da vítima em apenas um dia com compras em lojas de marcas e restaurantes luxuosos

19/06/2024 10:25
Divulgação/PCGO
Imagem colorida de homem fazendo compras com dinheiro de vitima - Metrópoles

Goiânia – O bancário preso pela suspeita de furtar R$ 190 mil de um lavrador que juntava dinheiro para se aposentar ostentava uma vida de luxo com o dinheiro da vítima. De acordo com a Polícia Civil, o acusado chegou a gastar R$ 1,8 mil da vítima em um dia com compras em lojas de marcas famosas e restaurantes luxuosos.

O homem foi preso nessa segunda-feira (17/6) em Goianira, na região metropolitana da capital goiana. Conforme a investigação, houve um mês em que o suspeito sacou mais de R$ 25 mil da conta bancária do trabalhador, que, segundo a corporação, é uma pessoa humilde e mora na Venezuela. Os crimes começaram em março de 2023.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Imagens de câmeras de um circuito de segurança de lojas flagraram o bancário comprando óculos e relógio com o dinheiro da vitíma.

Veja o vídeo:

Entre no canal de WhatsApp do Metrópoles

O delegado Thiago Carvalho, responsável pelo caso, afirmou que a maior parte dos valores eram sacados em bancos de Aruanã, Goiânia e Goianira.

“Ele [a vítima] só percebeu que havia um déficit alto nos valores da conta no extrato bancário quando voltou para Aruanã. Ele chegou à delegacia para fazer o registro, e tivemos dificuldade até para colher as digitais por conta do trabalho dele”, contou o delegado ao g1.

Vítima trabalhava para se aposentar

De acordo com a Polícia Civil, a vítima morou na Venezuela nos últimos 10 anos, onde trabalhou para juntar dinheiro e se aposentar no Brasil.

A prisão ocorreu na agência onde o bancário trabalhava. De acordo com a Polícia Civil, ele vai responder por furto qualificado por abuso de confiança. Se condenado, a pena pode chegar a 8 anos de prisão.

A polícia vai investigar se o bancário agia com a ajuda de outras pessoas e se fez mais vítimas.