Atlas: para 50%, candidatura de Carlos Bolsonaro vai contra interesses de SC
Percepção de oportunismo é maior entre jovens de 16 a 24 anos, faixa em que o percentual chega a 88%
atualizado
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De acordo com levantamento da AtlasIntel divulgado nesta quarta-feira (1°/4), 50% dos eleitores de Santa Catarina consideram a pré-candidatura de Carlos Bolsonaro (PL) ao Senado “um oportunismo político que vai contra os interesses do estado”. O nome de Carlos para a vaga tem o apoio do pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
Segundo a pesquisa, 25,6% consideram que a candidatura seria a melhor alternativa para Santa Catarina, enquanto 20,6% a classificam como uma estratégia legítima, mas questionável. Já 3,7% não souberam responder.
A percepção de oportunismo varia conforme o perfil do eleitor. Entre jovens de 16 a 24 anos, o índice chega a 88%, mas cai para 40,9% entre pessoas de 45 a 59 anos.
A pesquisa foi realizada entre 25 e 30 de março, com 1.280 entrevistados, por meio de recrutamento digital aleatório. A margem de erro é de três pontos percentuais, com nível de confiança de 95%, e ela está registrada no TSE com os números SC-05257/2026 e BR-01666/2026.
De Toni lidera votos ao Senado
O levantamento aponta liderança da deputada Carol De Toni (PL) na corrida ao Senado em Santa Catarina.
No cenário consolidado — que soma primeiro e segundo votos, já que duas vagas estarão em disputa em 2026 —, a parlamentar aparece com 30,7% das intenções.
O senador Esperidião Amin (PP) vem na sequência, com 20,1%. Já Carlos Bolsonaro (PL), que deve disputar o cargo pela primeira vez, soma 18,3%.
Décio Lima (PT) e o vereador Afrânio Boppré (PSol) completam a lista, com 13,4% e 9,7%, respectivamente. Brancos e nulos somam 5%, enquanto 2,8% não souberam responder.







