Inscreva-se no canal MetrópolesTV no YouTube
Brasil

Arthur Lira comemora rejeição de denúncia pelo STF: "Fez-se justiça"

A Suprema Corte rejeitou, por unanimidade, tornar o presidente da Câmara dos Deputados réu em denúncia feita pela PGR

06/06/2023 16:04, atualizado 06/06/2023 16:57
Compartilhar notícia
Igo Estrela/Metrópoles
Presidente da Câmara dos Deputados , Arthur Lira (PP-AL) sorrindo - Metrópoles

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), comemorou nas redes sociais a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de rejeitar, de forma unânime, a denúncia feita contra ele por corrupção passiva. “Fez-se justiça”, comentou.

Em nota publicada no Twitter, Lira afirma que recebeu o julgamento com “serenidade”. Veja:

Em nota, a defesa de Lira aponta para a “fragilidade das delações de Alberto Youssef [doleiro]”, que implicaram o alagoano. Confira:

“O arquivamento da denúncia contra o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, revela a fragilidade das delações de Alberto Youssef, reiteradas vezes contestadas pela Suprema Corte do país, e a inconsistência das acusações.

E tornou ainda mais explícitos os riscos de fundamentar acusações apenas nas declarações de colaboradores, sem outras provas que corroborem as narrativas, como reconheceu a decisão unânime do Supremo Tribunal Federal”.

Receba no seu email as notícias de Boletim Metrópoles

Frequência de envio: Diário

Ver todas as newsletters

Nesta terça-feira (6/6), os ministros da Primeira Turma do STF aceitaram a contestação dos advogados do alagoano contra denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em caso que Lira era acusado de ter aceitado propina de R$ 106 mil para dar apoio político a dirigente da Companhia Brasileira de Transportes Urbanos (CBTU).

Após a PGR mudar seu posicionamento e dizer ser contra abertura de inquérito contra Lira, os ministros do Supremo seguiram o entendimento e rejeitaram a denúncia.

A PGR havia denunciado Lira, mas mudou de opinião com a alegação de que as acusações foram embasadas somente em delação premiada. Assim, não será aberta ação contra o deputado.