Arthur Lira comemora rejeição de denúncia pelo STF: "Fez-se justiça"
A Suprema Corte rejeitou, por unanimidade, tornar o presidente da Câmara dos Deputados réu em denúncia feita pela PGR

O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), comemorou nas redes sociais a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de rejeitar, de forma unânime, a denúncia feita contra ele por corrupção passiva. “Fez-se justiça”, comentou.
Em nota publicada no Twitter, Lira afirma que recebeu o julgamento com “serenidade”. Veja:
Recebi com serenidade a decisão da 1 Turma do Supremo Tribunal Federal de arquivar uma investigação contra mim.
Tenho a consciência tranquila de que nos 24 anos de atividade política jamais cometi qualquer tipo de transgressão. Fez-se Justiça!— Arthur Lira (@ArthurLira_) June 6, 2023
Em nota, a defesa de Lira aponta para a “fragilidade das delações de Alberto Youssef [doleiro]”, que implicaram o alagoano. Confira:
“O arquivamento da denúncia contra o presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, revela a fragilidade das delações de Alberto Youssef, reiteradas vezes contestadas pela Suprema Corte do país, e a inconsistência das acusações.
Entre no canal de WhatsApp do MetrópolesE tornou ainda mais explícitos os riscos de fundamentar acusações apenas nas declarações de colaboradores, sem outras provas que corroborem as narrativas, como reconheceu a decisão unânime do Supremo Tribunal Federal”.

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Ver todasNesta terça-feira (6/6), os ministros da Primeira Turma do STF aceitaram a contestação dos advogados do alagoano contra denúncia oferecida pela Procuradoria-Geral da República (PGR) em caso que Lira era acusado de ter aceitado propina de R$ 106 mil para dar apoio político a dirigente da Companhia Brasileira de Transportes Urbanos (CBTU).
Após a PGR mudar seu posicionamento e dizer ser contra abertura de inquérito contra Lira, os ministros do Supremo seguiram o entendimento e rejeitaram a denúncia.
A PGR havia denunciado Lira, mas mudou de opinião com a alegação de que as acusações foram embasadas somente em delação premiada. Assim, não será aberta ação contra o deputado.



