Armas de gel: para governo, pais de usuários devem retomar autoridade
Até segunda (9/12), um hospital atendeu 50 casos de pessoas com lesões nos olhos. Projeto de Lei para proibir prática foi enviado à Alepe
atualizado
Compartilhar notícia

A Polícia Militar de Pernambuco recebeu 109 chamados, nos últimos dez dias, pelo telefone de emergência 190 com reclamações sobre o uso de armas com bolinha de gel em toda a Região Metropolitana de Recife, o equivalente a mais de 10 ocorrências por dia.
Ainda sem legislação que regularize a “brincadeira”, a Secretaria de Defesa Social (SDS) diz que toda situação é “muito subjetiva” e que precisam que os “pais retomem suas autoridades”.
“Febre” nas comunidades, as “gel blasters” estão disponíveis para compra no centro do Recife, em feiras populares e em barracas, com valores entre R$ 90 e R$ 150.
Em números atualizados, a Fundação Altino Ventura (FAV) atendeu, até o final da manhã dessa segunda-feira (9/12), 50 casos de ferimentos provocados por tais armas — desse total, 7 do bairro de Água Fria, na zona oeste do Recife.
Leia a reportagem completa no Diario de Pernambuco, parceiro do Metrópoles.
