Após demora em hospital, Moraes altera regras da escolta de Bolsonaro

Bolsonaro está em prisão domiciliar. No último domingo (14), o ex-presidente precisou de escolta para ir ao hospital

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Bolsonaro na saída do hospital DF Star no domingo (14/9)
1 de 1 Bolsonaro na saída do hospital DF Star no domingo (14/9) - Foto: <p>HUGO BARRETO/METRÓPOLES<br /> @hugobarretophoto</p><div class="m-banner-wrap m-banner-rectangle m-publicity-content-middle"><div id="div-gpt-ad-geral-quadrado-1"></div></div> </p>

O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu, nesta quarta-feira (17/9), como será a escolta do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) caso ele precise deixar a sua residência para ir ao hospital. O magistrado retirou o GSI da escolta e delegou a função à Polícia Federal (PF) ou Polícia Penal.

“Determino que todo o transporte, deslocamento e escolta de Jair Messias Bolsonaro deverá ser organizado, coordenado e realizado pela Polícia Federal ou Polícia Penal, conforme a necessidade da situação, sem a participação dos agentes do GSI, que permanecerão realizando a segurança dos familiares do custodiado. Intime-se, inclusive por meios eletrônicos, os advogados do custodiado. Oficie-se, com urgência, a Polícia Federal, a Polícia Penal e o GSI. Ciência à Procuradoria-Geral da República”, diz Moraes em decisão.

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Bolsonaro está em prisão domiciliar desde 4 de agosto. No último domingo (14/9), ele precisou fazer um procedimento no hospital DF Star, mas, na saída, demorou para entrar no carro. Diante disso, Moraes pediu explicações sobre o motivo de não ter sido realizado o seu “transporte imediato”.

Na última segunda-feira (15/9), Moraes pediu para que a Polícia Penal do DF envie à Corte relatório circunstanciado sobre a escolta realizada, com informações sobre o carro que transportou Bolsonaro até o Hospital DF Star e os agentes que o acompanharam no quarto.

Câncer de Bolsonaro

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) foi diagnosticado, nesta quarta-feira (17/9), com câncer de pele. De acordo com o médico-chefe da equipe cirúrgica, Cláudio Birolini, laudo confirma lesões causadas pela doença.

“Foram retiradas oito lesões. Sete lesões eram suspeitas para câncer de pele e, dessas, duas vieram positivas para um tipo de tumor, que é o carcinoma de células escamosas, que não é nem o mais bonzinho nem o mais agressivo. É o intermediário, mas que, ainda assim, é um tipo de câncer de pele”, destacou Birolini, na saída de Bolsonaro do Hospital DF Star, onde o ex-presidente estava internado desde terça-feira (16/9).

Ainda segundo o médico, o ex-presidente está sujeito a esse tipo de câncer. As lesões constatadas estão em “uma fase precoce e, a princípio, demandam apenas avaliação periódica e acompanhamento”, ressaltou o Birolini.

“Uma das feridas fica no tórax e a outra fica no braço”, detalhou o médico.

As lesões de pele foram identificadas durante a cirurgia que o ex-presidente realizou em abril deste ano, quando ficou mais de 10 dias internado para tratar uma obstrução intestinal, mas, naquele momento, segundo Birolini, decidiu por não intervir.

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