Após crítica da Casa Branca, Flávio Bolsonaro diz que Pix é brasileiro

De olho nas eleições de outubro, o PT tem acusado Flávio de atuar para ajudar o líder norte-americano, Donald Trump, a enfraquecer o Pix

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Igo Estrela/Metrópoles
Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ)
1 de 1 Senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) - Foto: Igo Estrela/Metrópoles

O senador e pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reagiu aos ataques do PT, após a Casa Branca criticar o sistema de pagamentos instantâneos brasileiro, o Pix.

Em publicação na rede social X, o filho 01 do ex-presidente Jair Bolsonaro afirmou que o “Pix já é um patrimônio brasileiro, um legado muito importante criado pelo presidente Jair Messias Bolsonaro. Mas até isso o PT tenta roubar”.

De olho nas eleições de outubro, o PT tem acusado Flávio de atuar para ajudar o líder norte-americano, Donald Trump, a enfraquecer o Pix. Mas Flávio reagiu, relembrando polêmica sobre possível taxamento do Pix, algo que o governo Lula sempre negou.

“Com Bolsonaro, o Pix é sem taxa, sem imposto. Mas o sonho do PT e do Lula é taxar o seu Pix”, alegou o pré-candidato em vídeo divulgado no X. “Eles tentaram no passado taxar o Pix, e não deu certo”, acrescentou.

Nas redes sociais, o PT tenta vincular Flávio às críticas da Casa Branca. “Donald Trump, com o apoio de Flávio Bolsonaro, ameaça um dos maiores avanços recentes do país, um sistema que facilitou a vida de milhões de brasileiros e virou referência no mundo. Não é só sobre tecnologia. É sobre soberania”, publicou o partido nas redes sociais nessa quinta-feira (2/4).

O governo norte-americano criticou o Pix em um relatório divulgado na quarta-feira (1º/4), classificando o instrumento como uma “desvantagem” para empresas dos EUA de cartão de crédito, como Visa e Mastercard.

“O Banco Central do Brasil criou, é proprietário, opera e regula o Pix, uma plataforma de pagamentos instantâneos. Representantes do setor nos Estados Unidos têm manifestado preocupação de que o Banco Central favoreça o Pix, o que colocaria em desvantagem fornecedores norte-americanos de serviços de pagamento eletrônico. Além disso, o Banco Central exige que instituições financeiras com mais de 500 mil contas adotem o uso do Pix”, diz trecho do documento norte-americano.

Além da questão envolvendo Flávio, tanto membros do governo quanto a militância petista foram orientados a defender o sistema de pagamentos instantâneo brasileiro. A ideia é afirmar que o Pix foi criado pelo Brasil e também destacar a questão da interferência de outro país em assuntos internos brasileiros.

Na quinta-feira (2/4), Lula comentou o assunto durante agenda em Salvador, na Bahia.

“Os Estados Unidos fizeram um relatório essa semana sobre o Pix, e disseram que o Pix distorce o comércio internacional, porque o Pix acho que cria problema para a moeda deles. O Pix é do Brasil, e ninguém vai fazer a gente mudar o Pix, pelo serviço que ele está prestando à sociedade brasileira”, destacou o presidente.

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