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Brasil

Após audiência de custódia, STF mantém prisão de Almir Garnier

O ex-comandante da Marinha do Brasil, na gestão de Jair Bolsonaro, foi preso nesta terça-feira (25/11) em uma unidade da Força em Brasília

26/11/2025 14:48, atualizado 26/11/2025 14:50
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Hugo Barreto/Metrópoles
Foto colorida de Garnier no STF - Metrópoles

O Supremo Tribunal Federal (STF) manteve a prisão do almirante Almir Garnier após audiência de custódia realizada nesta quarta-feira (26/11). O ex-comandante da Marinha foi preso nessa terça-feira (25/11) em uma unidade da Força em Brasília (DF), após o ministro Alexandre de Moraes determinar o cumprimento de pena após condenação na Ação Penal 2.668.

Garnier foi condenado a 24 anos de prisão, em regime inicial fechado, no processo da trama golpista.

A audiência de custódio foi realizada por juízes auxiliares de Moraes por meio de videoconferência. O procedimento foi concluído no início da tarde e serve para confirmar a legalidade da prisão.

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No processo, Garnier foi condenado por cinco crimes: 

  • Organização criminosa armada
  • Tentativa de golpe de Estado
  • Tentativa de abolição violenta do Estado Democrático de Direito
  • Dano qualificado contra patrimônio da União
  • Deterioração de patrimônio tombado

A Procuradoria-Geral da República (PGR) apontou que Garnier foi o único dos três comandantes das Forças Armadas que participou do plano golpista.

Segundo a acusação, ele colocou as tropas da Marinha à disposição de Jair Bolsonaro, à época presidente.

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Almirante Almir Garnier foi condenado a 24 anos
Ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão
Ex-comandante da Marinha foi preso no DF
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Ex-comandante da Marinha foi preso no DF

Divulgação STF
Almirante Almir Garnier foi condenado a 24 anos
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Almirante Almir Garnier foi condenado a 24 anos

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Ex-presidente Jair Bolsonaro foi condenado a 27 anos e três meses de prisão
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