Apenas 15% dos municípios baianos têm mais de 2 respiradores
Para 55% das cidades do estado, o problema é ainda pior: elas não têm nenhum equipamento do tipo, usado para pacientes graves de Covid-19
atualizado
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Apontada pelo governador da Bahia, Rui Costa (PT), como “o grande dilema” em meio à pandemia do novo coronavírus, a falta de respiradores ou número insuficiente desses equipamentos são a realidade encontrada na maior parte dos municípios baianos. Somente 15% das cidades da Bahia possuem mais de dois respiradores, e 55% delas não possuem nem mesmo um equipamento.
Os dispositivos de respiração mecânica têm se tornado cada vez mais valorizados e procurados por países em todo o mundo desde o início da pandemia do novo coronavírus. A corrida pelos equipamentos, assim como outros insumos médicos, inclui retenção de cargas, elevação dos preços, mudanças na política de compra e adoção de estratégias para driblar os “concorrentes”.
Isso porque os equipamentos são considerados essenciais no tratamento de casos graves da Covid-19, infecção causada pelo novo coronavírus e que ataca os pulmões e provoca insuficiência respiratória.
A reportagem completa você pode ler no Bahia Notícias, parceiro do Metrópoles.
